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Homem é vítima de estelionato em falso site de empréstimo

policia militar
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Um homem, de 27 anos, morador do Bairro Nova Era, na Zona Norte, caiu em um golpe aplicado via internet e perdeu mais de R$ 1.700. Ele acreditou no anúncio de um site de empréstimo de dinheiro e foi vítima de estelionato. Ele denunciou o crime à Polícia Militar nesta sexta-feira (1º).

De acordo com seu relato, em pesquisa na internet, ele encontrou uma site que prometia empréstimos. A vítima clicou no link necessário para começar a negociação e foi direcionada para um número de WhatsApp com o código de discagem direta a distância pertencente a outro estado, por meio do qual ele fez contato com uma mulher.

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O homem recebeu orientações para acessar diversos links, nos quais ele foi deixando seus dados pessoais. A vítima contou que teve que imprimir um suposto contrato enviado pelo golpista que precisava ser assinado, o que foi realizado. Posteriormente, o criminoso informou que a vítima tinha que realizar depósitos para a liberação do crédito que ela desejava.

Primeiramente, o homem depositou R$ 132, mas ainda lhe foi solicitado que realizasse mais três depósitos nos valores de R$ 500, R$ 528 e R$ 589, todos em benefício da mesma pessoa.

Só depois das transações realizadas que a vítima percebeu que estava sendo enganada. Ele acionou seu banco a respeito da situação, e a instituição ficou de tentar retornar o valor para sua conta.

Idosa leve prejuízo via WhatsApp

Também nesta sexta, uma aposentada, de 72 anos, moradora da região central de Juiz de Fora, foi vítima de estelionato por meio do WhatsApp. Ela procurou a PM para denunciar que recebeu uma mensagem pelo aplicativo que, supostamente seria de seu filho, já que havia a foto dele no perfil.

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Segundo a idosa, por meio da mensagem, o suposto filho dela solicitava que ela enviasse por meio de Pix o valor de R$ 1.200, o que foi feito pela aposentada. Conforme ela, a chave Pix era em nome de uma mulher.

Ainda como relata a vítima, nova mensagem foi recebida, solicitando uma quantia extra no valor de R$ 1.000, o que ela também realizou em nome da mesma mulher. Contudo, depois desse segundo depósito, a aposentada desconfiou e ligou para o filho, que negou ser o autor das mensagens. Assim, a idosa teve certeza do crime e procurou a Polícia Militar.

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