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Soldado é baleado na cabeça na Maré

agentes da forca nacional foram feridos a tiros na vila do joao

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Agentes da Força Nacional foram feridos a tiros na Vila do João
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Agentes da Força Nacional foram feridos a tiros na Vila do João

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Rio (ABr) – Agentes da Força Nacional foram feridos a tiros ontem na Vila do João, localidade do Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro. De acordo com o Ministério da Justiça, eles entraram por engano na comunidade e foram recebidos a tiros por homens armados. Atingido na cabeça, o soldado Hélio Andrade, da Polícia Militar de Roraima, teve perda de massa encefálica. Foi levado para o Hospital Municipal Evandro Freire, onde foi encaminhado para cirurgia. Os outros dois feridos foram encaminhados para o Hospital Sousa Aguiar, no Méier, e para o Hospital Municipal Evandro Freire, na Ilha do Governador, ambos na zona norte.

O delegado titular da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, disse que uma nova perícia poderá ser feita no local onde uma equipe da Força Nacional foi atacada. Barbosa acompanhou na noite de ontem a perícia feita na viatura sob forte esquema de segurança, incluindo três veículos blindados, policiais militares e civis, homens da Força e até do Exército.

“Vamos esperar o que os peritos vão dizer. Se acharmos necessário, voltaremos aqui quantas vezes forem necessárias, para que a gente possa entender a dinâmica do evento e depois identificar essas pessoas, que não têm nenhum compromisso com a vida”, disse o delegado.

Segurança

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Rio (AE) – O Comitê Rio-2016 promete que vai reforçar a segurança no Parque Olímpico de Deodoro, na zona oeste do Rio de Janeiro, depois de um projétil ser encontrado por um soldado dentro de um estábulo do Centro de Hipismo, ontem. O Parque, segundo que concentra mais provas da Olimpíada, só atrás da Barra da Tijuca, fica dentro de uma área militar onde estão 31 quartéis.

A tese do responsável pela segurança em Deodoro, general Luis Eduardo Ramos Batista Pereira, comandante da primeira divisão do Exército, é que a bala tenha chegado até lá após uma troca de tiros entre policiais militares e traficantes da comunidade Minha Deusa, a uma distância de 2km de lá.

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“O nosso soldado foi quem achou perto dos estábulos esse projétil. Estava em perfeito estado, então ele veio como uma pedra caindo. Veio de longe, caiu do céu. É perigoso? Lógico, não importa. A gente está fazendo uma ilação de que houve trocas de tiros quando houve a operação da polícia”, explicou, em entrevista no Centro de Hipismo.

Com relação ao ônibus de imprensa que foi alvejado na noite de terça-feira na via expressa construída para os Jogos, o general disse que se trataram de pedras jogadas por moradores da região do entorno da Transolímpica – versão rebatida por jornalistas que estavam dentro do veículo.

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