
Quem gosta de astronomia terá uma oportunidade de observar Júpiter a olho nu na noite deste sábado (10). De acordo com a Nasa, o maior planeta do sistema solar atingirá o seu ponto máximo de brilho durante todo o ano de 2026, o que favorece a identificação no céu.
A boa visibilidade ocorre porque o gigante gasoso estará em oposição, fenômeno astronômico registrado quando a Terra fica diretamente alinhada entre Júpiter e o Sol. Com esse alinhamento, o planeta tende a aparecer maior e mais brilhante no céu noturno.
“Nesse alinhamento, Júpiter parecerá maior e mais brilhante no céu noturno do que em qualquer outro momento do ano”, disse a agência especial.
Para observar Júpiter, a Nasa recomenda olhar em direção ao leste e buscar a constelação de Gêmeos. Nessa condição, o planeta deve se destacar por estar entre os objetos mais brilhantes visíveis no céu.
Outros fenômenos em janeiro
A oposição de Júpiter não será o único evento astronômico de janeiro. Ainda segundo a Nasa, na sexta-feira (23), Saturno e a Lua também chamarão atenção ao estarem próximos um do outro no céu, em um fenômeno definido como conjunção.
“Uma conjunção ocorre quando objetos no céu parecem próximos uns dos outros, embora na realidade estejam distantes”, diz Nasa.
Para avistá-los, basta olhar para o este e verá Saturno logo abaixo da Lua.
Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe
Resumo desta notícia gerado por IA
- Júpiter poderá ser visto a olho nu na noite de sábado (10), segundo a Nasa.
- O planeta atingirá o ponto máximo de brilho em 2026 por estar em oposição, com a Terra alinhada entre Júpiter e o Sol.
- A recomendação é olhar para o leste e buscar a constelação de Gêmeos para localizar Júpiter.
- Em sexta-feira (23), Saturno e a Lua devem aparecer próximos no céu, em um fenômeno chamado conjunção.
