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Imersão em Medicina Integrativa traz mais de cem médicos do país para Juiz de Fora

medicina integrativa
(Foto: Anderson Larcher)
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A 5ª Imersão do Dr. Dias Júnior reuniu mais de 100 médicos de todo o país em Juiz de Fora para aprender mais sobre a abordagem de saúde centrada no paciente. Com três dias de evento, a intenção era reunir insights sobre como tratar o paciente a partir da Medicina Integrativa. Para isso, o profissional aproveitou seus mais de 20 anos de experiência clínica para compartilhar resultados que aliam embasamento científico com escuta aos sintomas dos pacientes e tratamento conjunto entre corpo e mente. 

O Dr. Dias Júnior avalia que o evento foi um sucesso em relação aos seus objetivos principais: mostrar como é possível trabalhar com segurança e ética para além da medicina clássica. “Eles saíram daqui com uma visão diferente de como abordar os pacientes e como avaliar os seus exames, tratando não só as consequências mas também as causas das doenças”, explica. 

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Parte essencial disso foi mostrar os resultados clínicos que obteve com seus pacientes, aos quais atende atualmente no Centro da cidade (R. Oscar Vidal, 274 – Sala 902, 9º andar). “Tenho conseguido o meu propósito, que é mudar a vida das pessoas. Mostrei pra eles inúmeros casos de mulheres com endometriose, menopausa e no processo de emagrecimento. Também mostrei casos de pacientes com diagnósticos de depressão, quando na verdade tinham alterações hormonais e nutricionais que, sabendo corrigir da forma correta, permitem que hoje eles estejam muito melhores”, conta. 

Para conseguir esses resultados, ele explica que é importante uma mudança de mentalidade na maneira de encarar as queixas dos pacientes e seus sintomas subjetivos, como por exemplo em relação à fadiga. “Não queremos um exame normal, mas um exame ideal de acordo com o paciente. Essa simples mudança de visão faz toda a diferença na vida do paciente”, diz.

Para ele, também ficou bastante evidente que Juiz de Fora tem uma estrutura completa para atender às necessidades dos pacientes. “Recebemos médicos de 14 estados.  Também atendo hoje pacientes que já se consultaram em RJ e SP, e sabem que conseguimos entregar aqui tudo em termos de conhecimento técnico, segurança e modernidade”, diz. Exemplo disso são os aparelhos e as tecnologias de exames que a clínica oferece, incluindo o de teste genético. O médico explica que essa investigação ajuda a definir o tratamento de vários pacientes e a também a sua suplementação. 

Forma de avaliar a saúde

(Foto: Anderson Larcher)

A Medicina Integrativa não é uma especialidade, mas uma forma de avaliar a saúde que promove qualidade de vida e ajuda o paciente a chegar à sua melhor versão. “Já tratamos pacientes que buscavam mais saúde, disposição, melhorar libido, estavam na busca do emagrecimento e precisavam tratar doenças autoimunes. Está mais do que certo que conseguimos, sem fazer falsas promessas, ótimos resultados”, explica. O que ele entende é que, com essa medicina, é possível atender, ajudar e abordar todas as áreas médicas de maneira conjunta.

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Quando um paciente tem deficiência de vitamina B12 ou tem índices baixos de testosterona, por exemplo, isso pode impactar diferentes setores de sua vida. A Medicina Integrativa olha para esse impacto de maneira global. “Todas as áreas médicas se beneficiam com essa visão”, destaca. 

A partir do quadro clínico e dos sintomas relatados pelo paciente, o que o médico deve buscar é entender os exames, que são sempre individuais, pois ele explica que um índice que pode ser baixo para uma pessoa e alto para outra. “O mais caro e o mais importante de um tratamento desse é o acompanhamento e a segurança médica, a experiência de quem já trabalha com isso há quase 20 anos”, diz.

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