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Santa Casa constrói história de pioneirismo com inovações em saúde

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O sistema CUVIS-Joint, desenvolvido pela empresa sul-coreana Curexo, representa um salto tecnológico ao planejar cirurgias em três dimensões e executar cortes com precisão inferior a um milímetro.
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De sua fundação, em 1854, aos avanços tecnológicos mais recentes, a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora mantém-se como uma das instituições mais inovadoras da saúde no Brasil. Ao longo de mais de 170 anos, o hospital, que nasceu praticamente junto com Juiz de Fora, acumula marcos que combinam tradição, ciência, filantropia e pioneirismo, extrapolando fronteiras geográficas.

O capítulo mais recente acaba de ser escrito, com a chegada do primeiro robô cirúrgico 100% autônomo para procedimentos de joelho na América Latina, marcando um novo avanço na ortopedia brasileira. O sistema CUVIS-Joint, desenvolvido pela empresa sul-coreana Curexo, representa um salto tecnológico ao planejar cirurgias em três dimensões e executar cortes com precisão inferior a um milímetro. Nesse novo cenário, o cirurgião mantém o comando estratégico, enquanto o robô executa o corte com alto grau de exatidão.

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A incorporação do sistema robótico representa ganhos importantes para os pacientes, como maior precisão no posicionamento das próteses, planejamento individualizado da cirurgia e menor agressão aos tecidos moles — fatores que podem contribuir para uma recuperação mais rápida e menos dolorosa.

“Este é um marco importante na história da Santa Casa e reforça o nosso compromisso com a inovação e com a qualidade da assistência prestada à população. Estamos trazendo para a região uma tecnologia alinhada ao que há de mais avançado na medicina mundial”, afirma José Sebastião Pedrosa, presidente do Conselho de Administração da Santa Casa.

A partir do planejamento digital baseado em imagens em 3D, robô executa os cortes ósseos, seguindo parâmetros definidos pelo médico.

Essa tem sido uma prática recorrente. Há dois anos, a instituição protagonizava outro feito inédito no país com o primeiro transplante renal pareado triplo. A cirurgia envolveu três famílias diferentes que, em um único dia, realizaram trocas simultâneas de órgãos para superar incompatibilidades cruzadas — uma operação que exige logística complexa, coordenação médica e alto nível de expertise.

Esses avanços são endossados pelo reconhecimento internacional. Desde 2021, o hospital integra o ranking World’s Best Hospitals, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a Statista. Ao longo de seis anos consecutivos, a instituição não apenas permaneceu na lista, como também subiu de posição a cada edição, reforçando sua relevância no cenário global.

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A busca por excelência, no entanto, não se limita ao uso de tecnologia. Desde 2018, a Santa Casa possui a acreditação ONA Excelência, o mais alto nível concedido pela Organização Nacional de Acreditação. O selo reconhece não apenas infraestrutura, mas uma cultura institucional baseada na melhoria contínua e na segurança do paciente.

Essa vocação pioneira vem de décadas anteriores. Em 1984, a instituição criou o PLASC, um plano de saúde próprio que rapidamente se tornou o maior da cidade, antecipando modelos de sustentabilidade que só ganhariam força anos depois. Um ano antes, teve início o programa de transplantes renais — hoje o mais longevo da região.

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Nos anos 1960 e 1970, a Santa Casa já se destacava ao implantar, o primeiro serviço de hemodinâmica fora das capitais mineiras, assim como as investidas em formação médica ao criar um dos primeiros programas de residência médica do interior do país, integrando ensino e prática clínica.

 

SAIBA MAIS

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Av. Rio Branco 3353 – Centro
Juiz de Fora/MG
www.santacasajf.org.br
(32) 3229-2222
@santacasajf

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