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Custódio Mattos defende voto majoritário para eleições legislativas

Por Paulo Cesar Magella

13/05/2021 às 20h00 - Atualizada 13/05/2021 às 18h32

Ao participar, nessa quinta-feira do programa Pequeno Expediente, da Rádio CBN, o ex-prefeito Custódio Mattos se mostrou preocupado com a democracia, em decorrência das dificuldades de governabilidade pelo atual modelo político. Presidentes e governadores – prefeitos menos, por conta da proximidade com as ruas – têm que barganhar sistematicamente com o Congresso e assembleias se quiserem implementar seus projetos. Enquanto não tivermos um sistema no qual a escolha do deputado seja da mesma forma do que a do presidente,  governador ou prefeito, vamos continuar em crise, aludindo ao voto majoritário, para cargos executivos e proporcional para os legislativos. Pelo primeiro, no entendimento de Custódio, o eleitor escolhe com mais critérios, até mesmo pelo número de candidatos. “Na eleição parlamentar, que é o núcleo da democracia, você tem centenas de candidatos sem adesão à programas ou partidos sem linha programática. O sistema é ruim e isso tem gerado, desde a democratização, momentos de altos e baixos. Há uma dicotomia entre o Executivo e o Legislativo”, alertou.

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Coordenador político é como fusível, próprio para mudanças

O ex-prefeito Custódio Mattos disse que foi surpreendido pelo governador Romeu Zema quando este o convidou para ocupar a secretaria de Governo, pois sequer o conhecia, e que sua saída foi algo previsto desde o início. “Disse a ele que o coordenador político – como o secretário de Governo – é uma espécie de fusível e quando a temperatura sobe demais, ele precisa ser trocado. Era o meu caso: foi funcional para o governador fazer uma renovação com a minha concordância.”

Paulo Cesar Magella

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