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Tramitação relâmpago

Por Tribuna

13/01/2021 às 06h55 - Atualizada 12/01/2021 às 21h28

Como antecipado pelo Painel no último domingo, a Câmara iniciou. nesta terça-feira (12). a discussão do projeto de lei que trata da reorganização administrativa proposta pelo Governo de prefeita Margarida Salomão (PT). As mudanças resultarão em um aumento de cinco secretarias na Administração direta da Prefeitura. O Município ressalta, todavia, que as alterações não significarão aumento de despesas com pessoal. O texto teve uma tramitação bastante acelerada e foi colocado para apreciação em primeiro turno sete dias após ser lido em plenário, o que oficializou o início de seu andamento no Poder Legislativo.

Votação adiada
A tramitação é rápida até mesmo para o regime de urgência pleiteado pelo Poder Executivo, que determina que a matéria corra com redução dos prazos regimentais e seja apreciada em até 45 dias. O avanço se deu por conta da concordância entre os parlamentares que assinaram pareceres conjuntos quando da passagem do dispositivo pelas diversas comissões temáticas da Casa. A despeito da celeridade, a votação da matéria em primeira discussão foi adiada por pedido de “vista” do vereador Vagner Oliveira (PSB). O parlamentar, contudo, já sinalizou que liberará o dispositivo para voltar à pauta da sessão desta quarta.

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Encontro adiado
Programada para acontecer nesta quarta-feira (13), a reunião entre representantes de entidades municipalistas e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, foi adiada. A postergação se deu por conta da viagem emergencial de Pazuello a Manaus, cidade que passa por um momento difícil por conta do crescimento da curva de contágio do novo coronavírus. Uma nova data para a agenda, que pretende tratar e esclarecer pontos da estratégia nacional de imunização, ainda não foi definida. “Há muita expectativa sobre como ocorrerá a vacinação”, considera o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi. A CNM informou ainda que mantém expectativas de que as conversas aconteçam ainda nesta semana.

Trajetória meteórica
O senador Rodrigo Pacheco (DEM) é um fenômeno. Já no seu primeiro mandato de deputado federal, foi eleito para presidir a poderosa Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal. Agora, como senador de primeiro mandato, já tem 68% dos votos para se tornar presidente do Senado. Tudo indica que vai se ocupar a cadeira de Davi Alcolumbre, aliás, do seu partido e principal defensor de sua candidatura.

Colaborou Renato Salles

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