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Urbel tem 60 vagas e salário de até R$ 5.114

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Começa nesta quarta-feira (26) o período de inscrições no concurso da Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (Urbel). São oferecidas 60 vagas de níveis médio, técnico e superior, com salários entre R$ 1.480,96 e R$ 5.114, para 44 horas semanais de trabalho. Os interessados podem se inscrever até as 19h do dia 26 de outubro, pelo site www.gestaodeconcursos.com.br. A taxa de participação custa R$ 40, para candidatos de nível médio e técnico, e R$ 60, para superior. A seleção será composta por provas objetivas e discursivas de língua portuguesa, conhecimentos gerais sobre atualidades e legislação e conhecimentos específicos, além de redação, para alguns cargos. O concurso tem validade de dois anos, podendo ser prorrogada por igual período.

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Concurso da Esaf tem 77.339 inscritos

A Escola de Administração Fazendária (Esaf) confirmou nesta terça-feira (25) a data das provas objetivas do concurso para técnico-administrativo do Ministério da Fazenda. Os testes acontecem no dia 21 de outubro, das 13h às 18h, em Brasília e São Paulo, com 77.339 candidatos concorrendo a 463 vagas. Os cartões de confirmação, com o local exato dos exames, serão disponibilizados para impressão até 18 de outubro, no site www.esaf.fazenda.gov.br. O exame será composto por 90 questões, sendo 40 de conhecimentos básicos e 50 de conhecimentos específicos.

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Polícia Federal desmente cancelamento de concurso

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A Polícia Federal (PF) divulgou nesta terça (25) nota desmentindo que a direção-geral do departamento tenha solicitado o cancelamento do concurso para escrivão, delegado e perito aberto este ano. O comunicado esclarece que a seleção permanece suspensa devido à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu liminar ao Ministério Público Federal (MPF) em função da não existência de reserva de vagas para pessoas com deficiência. A suspensão ocorreu em 9 de julho, quando terminaria o prazo de inscrições, e será mantida até que os editais sejam retificados. A PF ainda não se mostrou inclinada a fazer a reserva de vagas, e a Advocacia-Geral da União (AGU) defende que a liminar seja revogada, defendendo que há compatibilidade constitucional no caso PF, em função da natureza das atribuições dos policiais. O caso depende agora do julgamento do STF, ainda sem dada para acontecer.

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