Ícone do site Tribuna de Minas

Simplesmente Amor é um clássico natalino que nos lembra que o amor está em toda parte – 2/55

PUBLICIDADE

Nossa contagem regressiva para o Natal continua! Depois de abrir o especial com “O Amor Não Tira Férias”, escolhi para o segundo dia um daqueles filmes que parecem ter sido feitos para assistir em uma tarde de dezembro, com luzinhas acesas, uma bebida gostosa e a disposição de se emocionar: “Simplesmente Amor” (Love Actually).

Lançado em 2003, o longa dirigido e escrito por Richard Curtis se tornou uma das comédias românticas natalinas mais conhecidas do cinema. Com um elenco que reúne Hugh Grant, Emma Thompson, Alan Rickman, Colin Firth, Keira Knightley, Liam Neeson, Laura Linney e Bill Nighy, o filme acompanha diferentes histórias que se cruzam em Londres nas semanas que antecedem o Natal.

PUBLICIDADE

E talvez seja justamente essa a razão pela qual gosto tanto de “Simplesmente Amor”. Ele não apresenta apenas histórias de casais apaixonados. Também fala sobre amizades, amores não correspondidos, relações familiares, luto, infidelidade, inseguranças e a coragem necessária para revelar o que sentimos.

A história reúne diferentes personagens que vivem experiências afetivas enquanto Londres se prepara para o Natal. As narrativas se encontram de diferentes maneiras, construindo um mosaico de relações humanas que mistura humor, emoção, constrangimento e momentos de profunda delicadeza.

Para mim, um dos maiores acertos de “Simplesmente Amor” é mostrar que não existe uma única maneira de amar. O filme apresenta relacionamentos que começam, outros que terminam, sentimentos que nunca são declarados e afetos que sobrevivem mesmo quando a vida muda completamente. E, embora muitas histórias sejam apresentadas com leveza e humor, algumas delas carregam situações bastante dolorosas.

PUBLICIDADE

O mais interessante é que, ao rever o filme em diferentes momentos da vida, podemos nos identificar com personagens diferentes. Uma história que parecia extremamente romântica aos 20 anos talvez provoque outras reflexões aos 30 ou 40. E isso também faz parte do encanto de revisitar clássicos. É claro que alguns comportamentos retratados na produção podem ser questionados hoje, especialmente quando pensamos em limites, idealizações românticas e relações de poder. Mas acredito que isso também torna interessante a experiência de reassistir: perceber como nosso olhar sobre o amor e sobre os relacionamentos muda com o tempo.

PUBLICIDADE

Onde assistir Simplesmente Amor?

Para quem quiser acompanhar o segundo dia do especial 55 Filmes Até o Natal, “Simplesmente Amor” está disponível no Universal+, disponível por meio do Prime Video, conforme a assinatura contratada. O filme também conta com opções de aluguel e compra digital na Apple TV Store e no YouTube.

Confesso que “Simplesmente Amor” é um daqueles filmes que eu consigo rever todos os anos e ainda encontrar algum detalhe que me emociona. O que mais me encanta no filme é sua tentativa de mostrar que o amor não se resume a um único tipo de relacionamento. Ele está nas amizades, nas famílias, nas paixões inesperadas, nas despedidas e até nas histórias que não terminam como gostaríamos.

E é isso que torna “Simplesmente Amor” uma escolha tão especial para esta época do ano. O Natal costuma nos aproximar de lembranças, saudades, expectativas e pessoas importantes. Nem sempre tudo acontece como planejamos, mas isso não significa que os sentimentos sejam menos verdadeiros. No segundo dia da nossa maratona natalina, meu convite é para revisitar essas histórias, preparar a pipoca e lembrar que, mesmo em meio às imperfeições da vida, o amor pode aparecer nos lugares mais inesperados.

PUBLICIDADE
Sair da versão mobile