Tirando a candidatura de última hora de Chico Alencar (PSOL), os três nomes que disputam a presidência da Câmara dos Deputados têm manifestado firme posição frente a vários assuntos que estarão na pauta do Parlamento este ano. Um dos temas que divide os candidatos é o financiamento privado de campanha. Na oposição, o juiz-forano Júlio Delgado (PSB) já avisou que não é contra o uso de recursos de empresas nas disputas eleitorais. No entanto, ele defende que haja limitação. Júlio, assim como Eduardo Cunha (PMDB) e Arlindo Chinaglia (PT), contou com doações milionárias de empresas para bancar suas disputas. O pessebista, por exemplo, recebeu um total de R$ 1.760.853,34. O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), é o único que se diz totalmente favorável às doações de empresas privadas. Chinaglia ainda não se manifestou publicamente, mas quando comandou a Casa se declarou favorável ao financiamento público.
