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Projeções eleitorais

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Aproveitando sua estadia em Juiz de Fora para as festas de fim de ano, o deputado Marcus Pestana se encontrou, por cerca de uma hora, com o prefeito Bruno Siqueira, no início da tarde de terça-feira, e fechou sua agenda em almoço com os vereadores Rodrigo Mattos (PSDB)  – futuro presidente da Câmara – e Aparecido Reis Miguel (Cido – PPS). No cardápio, a sucessão de 2016. Embora tenham passado longe de nomes, os tucanos e aliados já pensam numa agenda para 2015, na qual a questão central é aumentar o número de filiados e decidir uma lista forte de candidatos a vereador. Como as filiações terminam com um ano de antecedência,  outubro é o mês-chave para esses acertos.  Pestana não discute nomes para prefeito e nem se apresenta, pois considera que sua vez passou em 1996. Além do mais, ele, a despeito de todo o seu envolvimento em projetos essenciais para a cidade, sobretudo na área de saúde, tem percebido queda na sua votação. Há quatro anos, teve 20 mil votos. Este ano, ficou em torno de 15 mil. Para ele, trata-se de uma postura estranha do eleitorado local. Seu patamar, agora, seria o Governo do estado.

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