O problema das adesões também se situa nos próprios prazos. Boa parte dos partidos, já temendo defecções, montou sua lista de pré-candidatos antes do prazo final de filiações, até então marcado para 2 de outubro, e que acabou prorrogado. Mexer nas peças agora não é um simples exercício de troca de nomes, pois quem for removido pode tornar-se um magoado adversário. Por conta disso, as executivas partidárias estão levando as discussões com muita prudência para não ferir suscetibilidades. O caso do PMDB é apenas mais um, uma vez que a preocupação de filiações de nomes com muitos votos é geral. A média é de aceitar candidatos de até 1.500 votos, pois estes, sim, ajudariam na legenda sem comprometer os demais.
