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Coluna 23 07:00:00-07-2013

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PARA ACOMPANHAR

Ouvidor da Câmara Municipal, o vereador Rodrigo Mattos (PSDB) fará hoje, durante entrevista coletiva, um balanço do setor durante seu mandato, mas deve anunciar medidas para facilitar o acesso da população ao órgão. Trata-se de mais um mecanismo de aproximação com a comunidade, um instrumento importante de comunicação entre os vereadores e a população, que deve ser cada vez mais utilizado, ressaltou o vereador. Entre as mudanças está a implantação de mecanismos de acompanhamento de processos, isto é, feita a reclamação, o usuário do sistema terá meios de acompanhar as possíveis investigações e seu desfecho, algo até então impossível de ser feito. Quando foi criada, em 2011, por resolução própria da Lei Orgânica, a ouvidoria só colhia dados por meio do telefone. Rodrigo mudou o sistema, com a utilização da internet, obtendo resultados bem mais expressivos, que farão parte de seu relatório de sete meses de gestão à frente do órgão.

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Nos bastidores

Os políticos, bem mais preocupados com as eleições de 2014, por conta da rejeição aos partidos e a eles, manifestada nas ruas, já estão em plena articulação para ocupar espaços, mesmo sob a insegurança da legislação que pode ou não ser mudada no Congresso. As dúvidas ficam, em boa parte dos casos, na dependência de possíveis acordos que serão forjados entre as legendas e as alianças dos candidatos majoritários que acabam influindo nos demais postos. O PMDB é o pêndulo da questão, pois pode ser tanto Governo quanto oposição.

Vice, não

A sucessão estadual é o caso mais emblemático. Se depender do ministro Fernando Pimentel, nome que o PT já praticamente definiu como candidato a governador, o PMDB será seu aliado, podendo fazer parte da chapa, mas os peemedebistas estão divididos. Um grupo quer a candidatura própria e investe no senador Clésio Andrade. Este, quando se filiou, no ano passado, tomou a decisão sob a garantia de que seria o candidato a governador. Vice ele não aceita, já tendo vivido a experiência no primeiro mandato do tucano Aécio Neves. E rompeu depois.

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Dependência

Como cria-se uma dependência de cima para baixo, o prefeito Bruno Siqueira (PMDB) não tem nem meios de dizer como vai agir nas eleições de 2014. Na instância nacional, o PMDB está fechando com a presidente Dilma, mas no estado a dúvida da candidatura própria o tira, por enquanto, de qualquer palanque, inclusive do PSDB, que aposta na sua adesão por conta das parcerias administrativas firmadas com a Prefeitura. Mas esse discurso só tinha sentido até o ano passado, quando o prefeito era o tucano Custódio Mattos.

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Estadual

Atual secretário de Desenvolvimento da Prefeitura de Belo Horizonte, o ex-prefeito praticamente já definiu que vai disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, mas vai depender, também, dos entendimentos do senador Aécio Neves, que pode chamá-lo para sua campanha. No entanto, políticos e lideranças próximas garantem que ele está bem animado a disputar para deputado estadual. Quanto a uma volta ao Congresso, essa hipótese está praticamente descartada, embora tenha feito parte da cúpula do PSDB como líder da bancada.

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