Segundo o deputado, a questão hoje é outra, como é o caso do pedido de impeachment da presidente Dilma, encaminhado ontem ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha. “Meu entrosamento com a bancada paulista é muito bom, e essa anunciada movimentação não corresponde à realidade e nem está presente no nosso dia a dia.” Um dos nomes mais próximos do senador Aécio Neves, o que faria dele um adversário do governador de São Paulo, o deputado disse que a discussão sobre a presidência só deve ocorrer a partir de dezembro de 2017. Já a liderança só entra na pauta somente no fim deste ano.
