A secretária de Estado de Educação, Macaé Evaristo, rechaçou ontem qualquer possibilidade de o Governo de Minas editar uma legislação similar à Lei 100, que, em 2007, efetivou quase cem mil servidores designados, sem a realização de concurso público. Boa parte desses profissionais acabou afastada no fim do ano passado, após o Estado cumprir determinação do Supremo Tribunal Federal, que considerou inconstitucional a legislação criada na segunda passagem do senador Aécio Neves (PSDB) pelo Executivo estadual. “Não vamos criar mais uma ilusão para os servidores”, declarou Macaé, em esforço para silenciar quaisquer rumores que possam surgir a partir do anúncio da criação de uma comissão com representantes da atual Administração para debater a situação dos funcionários exonerados.
