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Coluna 20 08:00:00-10-2013

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SEGURANÇA PÚBLICA

Nas sessões ordinárias, a partir de amanhã, a Câmara deverá concluir uma discussão que começou na sexta-feira e que acabou suspensa para inclusão de novos detalhes. Trata-se de uma representação do presidente Julio Gasparette a ser encaminhada ao governador Antonio Anastasia pedindo ações estratégicas, táticas e de efetiva execução pela proteção da vida e do patrimônio dos cidadãos. Como o tema mobilizou diversos vereadores, chegou-se a um consenso de que não deveria ter apenas a assinatura do presidente da Casa, mas de todos os demais vereadores. Além disso, entendeu-se que, em vez dos Correios, o documento deveria chegar às mãos do governador diretamente por uma comissão, que iria a Belo Horizonte. O texto, que agora terá uma nova tramitação, contempla dados levantados no seminário sobre violência urbana, organizado pela própria Câmara, em parceria com a OAB, a Prefeitura Municipal, o Instituto Vianna Júnior e a Universidade Federal de Juiz de Fora. A representação enfatiza a necessidade de o município ser dotado de condições efetivas para enfrentar o aumento da violência. Uma delas seria o aumento do contingente da PM e da Polícia Civil.

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Quem paga?

Conhecido por sua habilidade em conseguir recursos, o reitor Henrique Duque mostrou ser bom de papo. Ao receber a ministra Ideli Salvatti em seu gabinete, na última sexta-feira, pediu, gentilmente, que ela se assentasse. Aqui, não! Quem assenta na cabeceira paga a conta, brincou a convidada. Com bom humor, Duque não perdeu a oportunidade. A senhora vai pagar a conta. Tem um reitor e um prefeito esperando por isso. Ao lado dele estava Bruno Siqueira, que, mais cedo, também já havia apresentado a conta da Prefeitura à ministra.

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Candidatura

O prefeito e o ministro da Agricultura, Antônio Andrade, tiveram tempo para uma conversa eminentemente política. Filiados ao PMDB – o ministro presidiu a legenda em Minas Gerais -, defenderam o projeto da candidatura própria a governador, mas entenderam que tal discussão deve ter tempo e hora para acabar, a fim de não comprometer as possíveis alianças. O potencial candidato seria o senador Clésio Andrade, que encerra seu mandato no ano que vem. Para o Senado a lista tem o empresário Josué da Silva e o ex-governador Newton Cardoso.

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‘Bruninho’

Há pouco mais de um ano, então candidato à Prefeitura, Bruno Siqueira (PMDB) era recorrentemente chamado de Bruninho por adversários e, principalmente, pela militância petista. Em tom pejorativo, o atual prefeito era questionado pela idade e pela pouca experiência Executiva até então. Curiosamente, o apelido voltou à baila nas falas de dois ministros petistas durante o Encontro estadual de prefeitos e prefeitas de Minas Gerais, na última sexta-feira, quando estiveram na cidade. Dessa vez, porém, em demonstração de intimidade.

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Inveja

Tudo começou com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, nome que o PT deve levar para a disputa do Governo estadual. No seu discurso, ele recorreu ao diminutivo para falar que o chefe do Executivo era um dos principais nomes da nova geração da política mineira. Em seguida, foi a vez da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que agradeceu pela hospitalidade e parceria na organização do evento. Já estou até chamando-o de ‘Bruninho’. Quanta inveja de seus 39 anos.

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