Na abertura do seminário promovido ontem pela Fiemg, o presidente da Regional Juiz de Fora, Francisco Campolina, na presença do secretário de Estado do Desenvolvimento Altamir Rôsso Filho e do presidente do Sistema Fiemg, Olavo Machado Júnior, reafirmou o discurso de preocupação das lideranças políticas e empresariais da Zona da Mata com a falta de investimentos. Segundo ele, as obras rodoviárias necessárias teriam um custo de R$ 250 milhões, dinheiro que representaria meia reforma do que custou o Mineirão para a Copa do Mundo. Campolina enfatizou também o que tem sido dito em vários seminários: enquanto o ICMS de Minas for de 18% e o do Rio de Janeiro, apenas 2%, nenhuma empresa vai se instalar em Minas, pois o empresário visa à criação de empregos, mas também ao lucro.
