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Marília Campos não quer repetir erros da campanha de Dilma Rousseff

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O Partido dos Trabalhadores não quer repetir os erros de 2018, quando tratou a candidatura da ex-presidente da República Dilma Rousseff ao Senado como favas contadas. Durante toda a campanha, ela liderou as intenções de voto, e a discussão que se fazia era sobre quem ficaria com a segunda vaga. Abertas as urnas, foram eleitos o deputado Rodrigo Pacheco e o jornalista Carlos Viana. Dilma terminou em uma incômoda quarta posição.

Por conta disso, a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, antecipou suas visitas ao interior de Minas, apresentando-se com um perfil mais realizador do que ideológico, atraindo até mesmo prefeitos que se situam no campo adversário. Em entrevista à Rede Tribuna – durante sua passagem por Juiz de Fora, na semana passada – ela foi enfática ao afirmar que não irá cometer os mesmos erros.

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Para reforçar seu projeto, Marília tem descartado de forma enfática a possibilidade de ser o Plano B do PT, caso o senador Rodrigo Pacheco não aceite o convite do presidente Lula para disputar o governo. “Quando me desincompatibilizei da prefeitura de Contagem, na qual cumpria meu quarto mandato, fiz um pacto com os meus eleitores: estava saindo para disputar o Senado Federal, sem margem para qualquer outra opção”, acentuou.

 

 

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