O deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara, forçou a barra e foi induzido a recuar. Ele ameaçou trocar o relator da reforma política, mas esbarrou nos demais membros da comissão que rejeitaram a interferência. Por isso, a comissão vota o projeto na segunda-feira, indo até terça. A previsão, de acordo com o deputado Marcus Pestana, que faz parte do grupo, é terminar o processo em dois dias. Na quarta-feira, se não houver contratempos, a matéria entra em plenário, quando serão necessários 308 votos para cada tema.
