Questionada sobre as eleições do ano que vem, e sobre possíveis repercussões no seu partido em decorrência das denúncias ora em curso, Margarida repetiu o que já vem dizendo há algum tempo. “Vamos fazer a travessia para, só a partir daí, pensarmos no ano que vem. Estamos vivendo um dia após o outro.” Para a parlamentar, o momento não é adequado para a discussão das demandas eleitorais de 2016, uma vez que há questões prioritárias a serem discutidas, inclusive no Partido dos Trabalhadores. Seu foco, hoje, é engrossar a base de apoio do Governo na Câmara Federal.
