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Coluna 18 07:00:00-05-2011

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Discutidas em duas frentes – na Câmara Municipal e na Assembleia -, a violência nas escolas tornou-se o tema da vez em Juiz de Fora e Belo Horizonte. Enquanto na cidade a audiência pública concluiu pelo envio de um relatório detalhado ao governador Antonio Anastasia, a fim de cobrar providências, na capital a discussão passou pelos dados apresentados pela PM, subestimados, segundo a Federação das Associações de Pais de Alunos das Escolas Públicas. Para ela, os boletins revelam apenas 2% das ocorrências. Outra questão foi o papel de um grupo intersetorial criado pelo Governo que ficou de apresentar um relatório até o dia 30 de maio apontando soluções e fazendo um diagnóstico da situação no estado. Uma das observações foi do Sindicato das Escolas Particulares de Minas. Segundo o diretor, Nilton de Souza, os cursos de licenciatura estão se esvaziando, e uma das causas é exatamente o medo da violência nas escolas.

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SEGURANÇA ESCOLAR

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Só mais duas

A Câmara só volta às audiências públicas na semana que vem, mesmo assim com apenas dois eventos programados fechando o mês. O primeiro deles será no dia 23, para discutir abusos cometidos contra consumidores na contratação de empréstimos consignados pelas instituições bancárias sem agências ou sucursais em Juiz de Fora e seus correspondentes que atuam na cidade na captação de tais empréstimos. No dia seguinte, a pauta envolverá o movimento dos catadores de papel e material reciclável.

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Quer saber

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O vereador Isauro Calais protocolou ontem na Câmara um pedido de informações a respeito de requerimento, aprovado pela Câmara, no qual solicitava que as nomeações de servidores ocupantes de cargos de confiança na Câmara e na Prefeitura fossem feitas também seguindo Lei Municipal, uma vez que, por ser matéria que diz respeito ao regime jurídico dos servidores públicos municipais, a competência para iniciar o processo legislativo é privativa do Chefe do Executivo. Segundo ele, a PJF extrapola os prazos para se manifestar.

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De novo

Os tucanos de Minas e de São Paulo abrem uma nova frente de discussão: a secretaria-geral do diretório nacional, hoje ocupada pelo deputado Rodrigo de Castro, ligado ao senador Aécio Neves. Os líderes paulistas querem um nome identificado com o ex-governador José Serra. Ontem, o governador Antonio Anastasia entrou na discussão e lembrou que Rodrigo – que é da Zona da Mata – é a melhor opção. O deputado Sérgio Guerra, outro aliado de Aécio, deve ser mantido na presidência.

Pela unidade

Somente ontem o deputado Reginaldo Lopes, presidente estadual do PT, postou na internet os detalhes de sua visita a Juiz de Fora na sexta-feira. Relatou sua participação no encontro sobre o desenvolvimento da Zona da Mata e também tratou de política nas comemorações dos 31 anos do partido. A vitória da nossa próxima prefeita está na capacidade de construir a unidade interna no PT juiz-forano, numa clara alusão à professora Margarida Salomão e às dificuldades internas do partido.

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