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Coluna 17 07:00:00-09-2011

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DENTRO DE CASA

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Um levantamento elaborado pelo Disque Direitos Humanos revelou que a violência contra a pessoa com deficiência ocorre, muitas vezes, pela falta de conhecimento e discriminação. E mais, a maioria ocorre dentro da própria casa. De acordo com a responsável pela Coordenadoria Especial de Apoio e Assistência à Pessoa com Deficiência, Ana Lúcia Oliveira, muitas vezes, a família não foi e não está preparada para lidar com uma pessoa com deficiência, e isso dificulta no processo de inclusão dessas pessoas. Os crimes contra vítimas com esse perfil estão entre os mais denunciados no Disque Direitos Humanos. Ficam atrás apenas das ligações feitas para relatar violência contra crianças e adolescentes (1.418) e contra os idosos (611). Além da importância de denunciar, a coordenadora ressalta a importância da família no processo de inclusão dessas pessoas. Em Juiz de Fora, recente levantamento apontou a violência contra os idosos como uma das ocorrências mais preocupantes, e, como no caso dos deficientes, a origem principal está no próprio lar.

Maria da Penha

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Um relatório postado no Senado Federal indicou que 95,5% da população brasileira apoiam a Lei Maria da Penha, que vai completar cinco anos de vigência no dia 22 deste mês. Segundo o documento, foram ouvidas 1.225 pessoas em todos os estados da federação entre os meses de junho e agosto. Dos entrevistados, 75% conhecem o objetivo da lei, aprovada pelo Congresso para combater a violência contra a mulher, inspirada numa enfermeira que foi até o fim para a elaboração de uma norma contra parceiros agressores, como o dela, que acabou preso.

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Terceira idade

A Comissão de Idosos da Câmara Municipal faz reunião nesta segunda-feira para discutir com dirigentes esportivos e diretores de faculdades de Juiz de Fora a possibilidade de elaborarem agenda para a terceira idade. Esta é mais uma das ações que estão sendo propostas após levantamento realizado na cidade para apurar as demandas do segmento. Os vereadores também já apresentaram suas sugestões nas instâncias estadual e federal e apostam que haverá retorno.

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Pela reforma

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Da mesma forma que o Legislativo Municipal, a Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade o relatório final da Comissão Extraordinária de Acompanhamento da Reforma Política, documento que reúne as propostas discutidas durante os seis meses de funcionamento da comissão. Foram feitos debates e audiências com diversos segmentos e também uma consulta pública para colher sugestões da sociedade. O resultado será encaminhado ao Congresso, onde tramita o projeto original da reforma, ainda sem data para ser votado em plenário.

Audiência

A Câmara Municipal volta ao ciclo de audiências públicas e faz as duas primeiras já na semana que vem. A primeira, dia 21, vai tratar da situação dos centros de recuperação de dependentes químicos e de quais ações que o Poder Público tem adotado para apoiá-los na luta contra as drogas. O segundo evento está marcado para o dia seguinte, a pedido da Comissão de Orçamento. A Lei de Diretrizes Orçamentárias, projeto vital para a elaboração da Lei de Meios, será o tema central. As duas audiências começam às 15h.

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