SEM OFENSAS
O Supremo retoma, na semana que vem, a discussão dos embargos apresentados pelos advogados dos réus, sob tensão por causa do embate entre os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski. Na última quinta-feira, os dois subiram a temperatura, comprometendo o próprio ritmo da sessão, que acabou sendo encerrada. O presidente da 4ª Subseção da OAB, Denílson Closato, acha que é hora de a briga acabar, pois o bate-boca reflete um descrédito da própria Justiça. Pode haver divergência de opiniões, mas nunca ofensas pessoais no plenário da casa mais importante da Justiça, afirmou. O dirigente da OAB não está sozinho no protesto. As diversas associações de magistrados também repudiaram o entrevero e pediram calma ao presidente do Supremo, a quem imputam a responsabilidade pelo cenário de tensão do julgamento por causa de seu pavio curto.
Pelo voto
O impasse entre os dois ministros ainda não está superado. O vice-presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, deve apresentar ao plenário, na próxima sessão, na quarta-feira, uma questão de ordem para reafirmar o direito a voto dos integrantes da Corte. Segundo o site G1, ele entendeu que teve o direito de voto cerceado na última sessão do tribunal e quer discutir pontos do regimento interno do STF que disciplinam a participação dos ministros e seus votos nas sessões. Ele espera obter o apoio dos colegas.
Na final
Os políticos vão se enfrentar hoje em outra arena. Trata-se da final do campeonato de futebol envolvendo servidores públicos, da Câmara, da Prefeitura e da administração indireta, com o jogo entre Câmara Municipal e Demlurb, às 10h, no Campo do Benfica. Com mandato, o único a entrar em campo deve ser o vereador Rodrigo Mattos. Nem mesmo o vereador Julio Gasparette, que jogou como zagueiro profissionalmente, se habilitou. O prefeito Bruno Siqueira, pelo lado do Executivo, vai apenas como torcedor, ficando com a missão de entregar o troféu ao vencedor.
Atuante
O vereador Cido (PPS) está comemorando. Ele foi reconhecido como um dos vereadores mais atuantes do município, de acordo com enquete realizada pelo Instituto Tiradentes, que fez o levantamento por telefone e também pela internet. Na sua página digital, ele abre o link para a votação. Segundo o vereador, é uma honra ser escolhido pelo povo de nossa cidade como um dos vereadores mais atuantes. Quero sempre estar representando o nosso povo, destacou.
Invasão
Os policiais civis podem ocupar a Assembleia caso os deputados não aprovem, na terça-feira, mudanças reivindicadas pela classe na Lei Orgânica da Polícia Civil. A revisão é a pauta central da greve dos policiais, que se estende desde junho de 2013. A classe também pede melhorias nas condições de trabalho. Na Zona da Mata, a categoria também pede ampliação do efetivo, uma vez que hoje há nove mil policiais na região, quando o número, segundo o Sindicato dos Policiais Civis, deveria ser de 18 mil.
