O governador Romeu Zema, que retorna ao Brasil nessa quinta-feira, depois de uma viagem aos Estados Unidos, está entre a cruz e a espada. Com o salário dos secretários em torno de R$ 10 mil bruto, ele apresentou uma proposta, dentro do projeto da reforma administrativa, de pagar jetons ao primeiro escalão, por meio de nomeações para postos – como conselheiros – em empresas estatais, entre elas a Cemig, por ser a única forma de melhor remunerar o seu primeiro escalão. Os deputados rejeitaram a iniciativa como condição para apoiar a reforma, mas Zema pode vetar a decisão da Assembleia. Mas há um problema, o veto tem que ser analisado pelos próprios deputados. A birra aumentou nessa quinta-feira, de acordo com o jornal Estado de Minas, quando a Mesa Diretora se recusou a autorizar o aumento do salário dos secretários, sob o argumento de o Governo já ter estourado os limites previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Entre a cruz e a espada

