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Coluna 15 07:00:00-06-2013

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COMBATE AO CRACK

Juiz de Fora irá receber R$ 15,8 milhões do Governo federal pelo programa Crack, é possível vencer. O termo de adesão foi oficializado ontem na Assembleia Legislativa, pelo secretário de Saúde, José Laerte Barbosa, e prevê investimentos no tripé segurança pública, atendimento à saúde e assistência social. A maior preocupação do projeto, desenvolvido em parceria com o Governo do estado, é garantir cuidado e tratamento aos dependentes químicos. A proposta reúne esforços de três ministérios – Justiça, Saúde e Desenvolvimento Social – e destinará um total de R$ 78 milhões para Minas Gerais. Só para a área de segurança, serão empenhados R$ 25,5 milhões. Além do envio de recursos, está prevista a entrega de bases móveis de apoio ao policiamento ostensivo nas áreas de maior concentração e uso de drogas. Junto com Juiz de Fora, os municípios de Governador Valadares, Ipatinga, Contagem, Betim, Ribeirão das Neves, Uberaba, Uberlândia, Montes Claros e Sete Lagoas participam do programa.

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Em Araxá

Política e economia foram as questões centrais do Conexão Empresarial 2013, realizado ontem em Araxá, com a presença de três governadores – Antonio Anastasia (PSDB), de Minas Gerais, Eduardo Campos (PSB), de Pernambuco, e Jacques Wagner (PT), da Bahia. Promovido pela agência Viver Brasil, o evento destacou-se pelas críticas ao Governo, formuladas pelo economista Paulo Rabelo de Castro. Ele, no entanto, elogiou a presidente Dilma Rousseff por tirar os juros da grande questão econômica, mas enfatizou que o país precisa ter um discurso coerente.

Nova pauta

Grande estrela do evento, por conta de sua pré-candidatura à Presidência da República, Eduardo Campos não decepcionou a plateia. Criticou o maniqueísmo dos que dizem ter feito tudo em oposição aos que dizem não ter acontecido nada, quando os avanços não foram de uma só gestão. Campos lamentou a antecipação do debate eleitoral, advertindo que o país deveria estar discutindo questões importantes. Ele criticou as desonerações feitas pelo Governo e cobrou uma nova pauta para o país.

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Decolou

Pré-candidato ao Governo de Minas, tendo sido elogiado por representantes da Fiemg, entre eles o juiz-forano Francisco Campolina, o ministro Fernando Pimentel preferiu falar de economia. Usando uma metáfora, ele comparou o Brasil a um avião e disse que o país decolou, ainda no século XX, com as commodities. O segundo motor para esse voo foi com a entrada da população no mercado, na gestão do ex-presidente Lula, a quem também coube disparar o terceiro motor, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O quarto, finalizou, foi acionado pela presidente Dilma ao adotar o incentivo ao investimento privado sem demagogia eleitoral.

Pelo pacto

Último a discursar, o governador Antonio Anastasia foi enfático ao cobrar a adoção do pacto federativo. A despeito da sua conhecida cordialidade, foi duro ao rebater o discurso do ministro Fernando Pimentel, quando disse que ninguém paga juros de 15%. Segundo Anastasia, vários estados, entre eles Minas, se submetem a essa taxa absurda. O encontro, que só termina amanhã, também teve momentos de descontração. Na noite de quinta-feira, antes de um show do Quarteto em Cy, o deputado Marcus Pestana (PSDB) foi chamado ao palco para ouvir os Parabéns para você, já que fazia aniversário.

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