O orçamento impositivo aprovado pela Câmara Federal e que vai causar incômodos ao Governo, por ter que pagar todas as emendas parlamentares, não foi unanimidade nas instâncias políticas. A Confederação Nacional dos Municípios vê a decisão com reservas, pois teme danos aos programas ligados à Saúde Pública. O orçamento impositivo prevê ampliação progressiva dos recursos nos cinco anos seguintes à sua promulgação. A CNM entende que os valores aplicados pela União às emendas podem ser vistos somente como uma troca de fonte de recursos, e não como novos recursos para o setor.
