O vereador João do Joaninho tem consultado vários interlocutores sobre seu futuro político, uma vez que, além do inquérito policial, que o indiciou em vários artigos, há, ainda, o relatório da Comissão de Ética da Câmara, a ser elaborado pelo vereador Nilton Militão. Ontem, em novas conversas, ele disse que pretende esperar o desfecho para, só aí, tomar uma decisão. Se o relator pedir a sua cassação – o que tem sido aposta frequente dentro e fora da Câmara -, ele vai deixar o mandato, a fim de evitar a leitura dos autos em plenário, na abertura das sessões de agosto, e ficar impedido de renunciar. Sua defesa, ora em elaboração, deverá ser entregue no dia 20, repetindo os mesmos argumentos utilizados até agora, inclusive na oitiva com a delegada Dolores Tambasco, de não ser parte ativa no processo que culminou com o seu indiciamento.
