Ícone do site Tribuna de Minas

Coluna 13 07:00:00-12-2011

PUBLICIDADE

O reajuste dado pela própria Câmara para a próxima gestão – a partir de janeiro de 2013 – acabou se tornando trending topic – tema mais comentado – nas redes sociais no fim de semana. A repercussão causou desconforto entre os próprios vereadores, uma vez que, em véspera de ano eleitoral, temas como esse causam preocupação, já que serão os próprios parlamentares que se submeterão às urnas. O presidente da Câmara, Carlos Bonifácio, embora tenha encaminhado o projeto e a própria votação, revelou, por meio de assessoria, que não pode ser computado o seu voto, pois ele não participa de votação, salvo em caso de desempate, que não foi o caso. O aumento de 46,5% foi aprovado por 11 votos a 7. O peemedebista Francisco Canalli esclareceu ontem que não participou da votação, pois estava recebendo uma homenagem em Belo Horizonte, mas destacou que, se estivesse presente, também reforçaria a bancada que ficou contra a mensagem. O texto segue para sanção do Executivo.

PUBLICIDADE

NÃO VOTARAM

Mal-estar

A nota da secretaria de Saúde, criticando a atitude do vereador Isauro Calais (PMN) de pedir uma audiência pública para tratar das filas do SUS, causou mal-estar ontem na Câmara em função de seu teor. No texto encaminhado à imprensa, é dito que se o vereador Isauro Calais tivesse comparecido à reunião dos vereadores com a secretária Maria Helena Leal Castro, ocorrida no último dia 30 de novembro, estaria inteirado quanto às propostas e ações da secretaria para eliminar as demandas reprimidas relativas a algumas especialidades no município.

PUBLICIDADE

Desculpas

Ainda no pequeno expediente, o vereador Rodrigo Mattos (PSDB) pediu desculpas a Calais em nome do Governo pelo teor da nota e disse que os vereadores, em função de suas prerrogativas, têm o direito de pedir audiência pública a qualquer tempo e sobre qualquer assunto, não vendo, pois, motivo nem justificativa para uma nota tão dura. Outros vereadores também se manifestaram, alguns como bombeiros. Feitos os discursos, Calais também se manifestou, mas aceitou os pedidos de desculpas formulados por Rodrigo.

PUBLICIDADE

Lei Seca

A Assembleia faz audiência pública hoje na Comissão de Transportes para discutir procedimentos que devem ser adotados pelas autoridades na aplicação da Lei Seca, pois ela altera dispositivos da Lei 9.503, de 1997, que instituiu o Código Nacional de Trânsito, com a finalidade de impor penalidades mais severas para o condutor que dirigir alcoolizado. Quem for flagrado sob efeito de álcool (0,1mg a 0,29mg de álcool por litro de ar expelido), é enquadrado no artigo 165 do Código e comete infração gravíssima, perdendo 7 pontos na carteira e recebendo multa de R$ 957,70.

Privataria

Já está nas livrarias – em Juiz de Fora, só no dia 20 – o livro A pirataria tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior. Trata-se de um material polêmico, pois o autor foi até acusado de quebrar o sigilo bancário e fiscal de integrantes do PSDB e de parentes do ex-governador José Serra. A obra relaciona o líder tucano a um esquema de desvio e lavagem de dinheiro do Banestado, alvo de uma CPI nos anos 1990, e também o acusa de usar arapongas para espionar adversários políticos e até mesmo aliados, como seria o caso do senador Aécio Neves. Serra acusa Amaury de montar falsos dossiês.

PUBLICIDADE
Sair da versão mobile