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Lula lidera intenções de votos, mas adversários reduzem a diferença

Felipe Nunes Lula, Bolsonaro, Quaest

Foto: Divulgação

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Faltando apenas 11 meses para a eleição, o presidente Lula continua liderando as intenções de votos, mas a pauta da segurança levou à redução da vantagem que tinha sobre todos os adversários. De acordo com a pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira, nos cenários de primeiro turno, ele varia entre 31% e 39%. Na oposição, o mais bem colocado continua sendo o ex-presidente Jair Bolsonaro que, embora inelegível, tem a preferência de 27% dos entrevistados. Sua mulher Michele, o filho Eduardo e o governador Tarcísio de Freitas têm o mesmo desempenho.

Lula e Bolsonaro empatam tecnicamente no segundo turno

A Quaest também fez uma simulação de segundo turno. A vantagem de Lula sobre Bolsonaro diminuiu. O presidente aparece com 42% contra 39% do ex-presidente, isto é, estão tecnicamente empatados. De acordo com o pesquisador Felipe Nunes, “medir Bolsonaro mesmo inelegível, ajuda a entender o teto de uma candidatura de oposição.”

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Governadores pré-candidatos melhoram sua performance

A distância em relação aos demais candidatos também diminuiu. A diferença entre Lula e Tarcísio de Freitas caiu pela metade em apenas um mês: saiu de 12 para 5 pontos percentuais. Lula aparece com 41%, e Tarcísio com 36%. Em um eventual segundo turno com o governador do Paraná, Ratinho Júnior, a diferença seria a mesma: 40% a 35%.

Diferença com Zema é de 7 pontos percentuais

Se o adversário fosse o governador de Minas, Romeu Zema, a diferença, que antes estava em 15 pontos percentuais, seria, hoje, de 7 pontos. Lula tem a preferência de 43% dos eleitores e Zema 36%.

Eleitores defendem disputa sem Lula e Bolsonaro

De acordo com a pesquisa Genial/Quaest, os eleitores gostariam de uma disputa sem a presença do presidente e de seu antecessor. “O desgaste de Lula e Bolsonaro é visível quando pedimos aos entrevistados para dizerem qual o resultado ideal da eleição: 24% defendem que o melhor seria um candidato nem-nem vencer e outros 17% defendem que o melhor seria alguém de fora da política vencer, isso dá 41%”, destacou.

 

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