Ante a argumentação do presidente Adalclever Lopes de que uma CPI não seria a forma mais adequada para investigar o caso, sob o argumento de que, no calor dos debates parlamentares, a questão poderia se transformar em palanque contra e a favor, a Assembleia vai acompanhar o caso de Mariana apenas com uma Comissão Especial de Barragens. Segundo o jornalista Orion Teixeira, do jornal “Hoje em Dia”, Adalclever enfatizou que “seja como for, mais importante do que dar espaço institucional ao bate-boca interminável entre opostos é a Assembleia e todos os segmentos discutirem a tragédia de Mariana e os seus desdobramentos”.
