A PEC que o deputado Marcus Pestana defende já está pronta, dependendo, agora, das novas conversas sobre a reforma política. Ela também prevê o fim de coligações proporcionais, voto facultativo, financiamento misto de campanha – do qual o PT discorda – e cláusulas de desempenho. Os partidos, para terem acesso ao Fundo Partidário e a outros benefícios, como tempo de TV, teriam que obter um quórum de 3% nas eleições de 2018; 4% nas de 2020 e 6% nas de 2024. Com outro nome, a cláusula de barreira não acabaria com os partidos, mas seria impedimento, sobretudo, para as chamadas legendas de aluguel.
