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Para se consolidar, PAS/JF precisa de uma receita de R$7,7 milhões, diz Grupo de Trabalho

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O Grupo de Trabalho, constituído para acompanhar as questões referentes ao Plano de Assistência à Saúde – PAS/JF, já encaminhou aos organismos oficiais, a começar pela Câmara Municipal, o relatório no qual traça a situação do PAS e aponta sugestões para estabilização. O documento aborda as razões de o plano estar com problemas, após acumular déficits decorrentes de diversos fatores como ausência de uma política contínua de reajustes das mensalidades. Em um dos trechos, o GT enfatiza que “no formato atual, considerando as cotas, a despesa assistencial consolidada situa-se entre R$ 4,5 milhões e R$ 4,6 milhões mensais. O valor de R$ 7,7 milhões representa uma projeção técnica preliminar das necessidades financeiras do PAS/JF para alcançar o equilíbrio econômico-operacional do plano.”

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A ausência de regulação e suas implicações

O texto faz diversas outras avaliações sobre o PAS/JF, pois, como destaca o Grupo de Trabalho, o relatório constitui uma base inicial “para aprofundamento, reflexão e construção conjunta das soluções que garantam a sustentabilidade do PAS.”

 

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