O enquadramento do Partido dos Trabalhadores para votar o reajuste econômico, processo em que o PMDB foi protagonista, acendeu a luz amarela nas instâncias municipais: haverá esse mesmo tipo de pressão para os entendimentos visando às eleições de 2016? Um destacado dirigente petista admite que sim. “Esse risco é real”, observou. No caso de Juiz de Fora, o partido, embora tenha declarado oposição ao peemedebista Bruno Siqueira, não está imune a ordens de cima, coisa que é comum no PT. Mais ainda se a deputada Margarida Salomão ou o sociólogo Martvs das Chagas não toparem ir para a disputa. Alguns setores admitem que, desta forma, haverá pressão para fechar com o PMDB, sobretudo pelo fato de os petistas não irem para uma aventura de lançar qualquer nome.
