A aprovação do reajuste salarial dos vereadores e o posterior veto do prefeito Bruno Siqueira, que deverá ser acatado pelo Legislativo, foram, na avaliação de alguns setores, um exemplo da falta de interlocução das duas casas, pois o caso poderia ter sido resolvido sem desgaste na relação. Uma das saídas seria o prefeito dizer à Câmara que não sancionaria o projeto, devolvendo o texto para promulgação da Mesa Diretora. Desta forma, ante a pressão popular, os vereadores poderiam resolver o problema que eles mesmos criaram. Com o veto, o prefeito ficou bem com a opinião pública, mas criou um desgaste com uma casa da qual foi presidente por dois anos.
