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Coluna 04 07:00:00-11-2012

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MAIS UMA NO PÁREO

Além de Isauro Calais (PMN), Júlio Gasparette (PMDB), Noraldino Júnior (PSC), Chico Evangelista (PP) e um representante da bancada do PT – seja Roberto Cupolillo (Betão) ou Wanderson Castelar -, a vereadora Ana das Graças Rossignoli (PDT) também tem sido apontada no Barbosa Lima como possível candidata à presidência da Câmara. A inclusão de seu nome, contudo, não altera o número de supostos concorrentes, antecipados pela Tribuna na última quinta-feira, uma vez que a parlamentar representa o mesmo grupo de Chico Evangelista e seria apenas uma outra alternativa entre os mesmos aliados. Certo, por enquanto, é apenas o fato de que a pedetista será presidente: pelo menos, durante a posse. Como é mais velha que seus companheiros da próxima legislatura, pelo regimento interno da Casa, ela é que abrirá os trabalhos no dia 1º de janeiro e conduzirá a eleição da nova Mesa Diretora.

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De outro poder

O prefeito eleito, Bruno Siqueira (PMDB, já deu a entender que não vai anunciar tão cedo quais serão os nomes que vão ocupar o primeiro escalão da Prefeitura a partir de janeiro. Mesmo assim, as especulações não param. Devido à experiência do peemedebista à frente da Câmara Municipal, no biênio 2009-2010, quando ocupou a presidência da Casa, há gente no Palácio Barbosa Lima apostando que ele irá levar alguém do corpo técnico do Legislativo para o Executivo.

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E o regimento?

Faltando menos de dois meses para o começo da próxima legislatura, os vereadores ainda não conseguiram concluir a revisão do regimento interno da Casa, iniciada no fim de 2010. O relator da matéria, vereador Roberto Cupolillo (Betão, PT), convocou uma reunião com os líderes partidários para a próxima quarta-feira, para, mais uma vez, tentar chegar a um consenso sobre pontos polêmicos. De qualquer forma, não há muito mais tempo para controvérsias, já que o primeiro vice-presidente da Casa, Júlio Gasparette (PMDB), avisou que esta Câmara tem obrigação de entregar a norma revisada para os próximos vereadores.

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Alta no FPM

Os municípios mineiros aguardam ansiosos por uma boa notícia em dezembro. De acordo com a Associação Mineira de Municípios (AMM), as prefeituras do estado devem receber mais de R$ 390 milhões provenientes da Emenda Constitucional 55/2007, que regulamenta o repasse de 1% sobre a arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto de Renda. No ano passado, o repasse, que corresponde ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), foi de R$ 372 milhões, 4,9% a menos.

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É pouco

Apesar da expectativa, o presidente da AMM e prefeito de São Gonçalo do Pará, Ângelo Roncalli, considera que ainda é pouco perto da quantia que os municípios perderam. Segundo ele, somente neste ano, os municípios brasileiros deixaram de arrecadar R$ 9 bilhões. Mesmo assim, o repasse deve auxiliar os gestores municipais no planejamento de encerramento do ano e no pagamento do 13º salário dos servidores públicos municipais.

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