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Painel 04-09-16

Renovação ampla

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A Câmara encontra-se em recesso até o dia 16, quando volta para o período de reuniões, que é também o último antes das eleições. O clima não será dos melhores. Não por conta de beligerância entre os políticos, mas pelas contas que já estão sendo feitas nos bastidores. As especulações apontam para uma renovação de, no mínimo, metade da atual bancada, sem contar que o vereador Chico Evangelista, candidato a vice-prefeito na chapa de Margarida Salomão, está automaticamente fora da próxima legislatura. Com isso, chega a dez ou 11 o número dos que vão voltar para casa. Na formação de chapas, muitos cometeram o erro de se filiarem em legendas com trânsito congestionado, isto é, com muitos nomes fortes e outros tantos com mandatos. As bancadas mais expressivas devem ter, no máximo, três vereadores.

 

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Reta final

A menos de um mês para as eleições, o clima ainda é de incertezas, pois o eleitor ainda está mais voltado para as questões de Brasília do que para a disputa municipal. Por isso, o esforço dos candidatos para apresentarem suas propostas durante o horário eleitoral. Antes do pleito, devem ocorrer novas pesquisas, devidamente registradas, que darão a dimensão exata do que está acontecendo. Como se trata de uma campanha de tiro curto, os próximos números serão definidores, também, do que vai ocorrer nas urnas de 2 de outubro. O Ibope deve fazer sua última divulgação na antevéspera do pleito, isto é, dia 29 de setembro.

 

Eleição na TV

A TV Assembleia debate neste domingo a disputa pela Prefeitura de Juiz de Fora no programa Sala de Imprensa. A atração, que vai ao ar às 18h, é dedicada exclusivamente à sucessão municipal. Para traçar um recorte do cenário eleitoral, foram convidados os jornalistas Ricardo Miranda, diretor de Comunicação da Câmara e presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Juiz de Fora, o repórter da Tribuna de Minas Renato Salles e Ricardo Beghini, profissional da emissora legislativa. A discussão é mediada pela apresentadora Maria Joanita Gontijo.

 

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Como é que fica?

Ao retornar da China, para onde viajou acompanhando o presidente Michel Temer, o senador Renan Calheiros vai se deparar com uma demanda, no mínimo, curiosa. Depois de um impasse, o PMDB decidiu assinar o mandado de segurança que outros quatro partidos da base aliada do presidente Michel Temer protocolaram no Supremo Tribunal Federal na última sexta-feira, pedindo a anulação do fatiamento da votação do impeachment que beneficiou a ex-presidente Dilma Rousseff. Acontece que foi o próprio Renan que puxou a fila ao defender não só o fatiamento como a decisão que cassou a presidente mas manteve seus direitos políticos.

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