O professor Almir de Oliveira, que será sepultado hoje, foi protagonista de um episódio emblemático na Câmara Municipal. Em meados de 1977, quando foram feitas as articulações para a contratação dos primeiros assessores parlamentares – até então, os poucos eram da Câmara, e não individuais -, ele escreveu o artigo “Panamá na Câmara”, no então “Diário Mercantil”, criticando a medida. A reação foi desmedida. Um grupo de vereadores retirou o retrato de Almir da Sala de Imprensa, da qual era patrono, e o jogou na sacada do Legislativo.
