Os recentes acontecimentos, que culminaram com a indicação do professor Oleg Abramov Júnior para a Superintendência Regional de Saúde – protesto de partidos políticos, especialmente o PT, e seu afastamento do Sindicato dos Professores, por decisão dos próprios pares -, embutem como pano de fundo à sucessão de 2016. A avaliação é de players da política municipal que consideram que até mesmo os protestos servem mais para marcar posição do que para delimitar, definitivamente, as fronteiras da disputa. Uma ordem de cima, vinda de Brasília ou de Belo Horizonte, é suficiente para reduzir as resistência e colocar no mesmo palanque lideranças adversas. O Partido dos Trabalhadores, que se considera oposição formal ao Governo Bruno Siqueira, do PMDB, corre o risco de ser levado a uma aliança, em nome de interesses maiores.
