Se isso ocorrer, não haverá surpresas, pois as direções nacionais e estaduais, vira e mexe, enquadram os diretórios municipais, que se movem mais pela paixão do que pelo jogo político de gabinetes. PMDB e PT vivem um embate permanente, que se projeta pelos estados, mas nem assim deixaram de ficar no mesmo palanque, como ora ocorre na gestão da presidente Dilma Rousseff. Os peemedebistas lamentam poucos cargos, fazem ameaças, mas não deixam o Governo. O PT não tem o mesmo jogo de cintura.
