No entendimento dos analistas, somente os candidatos com menor visibilidade devem agir com antecedência, pois precisam, primeiro, se apresentar ao eleitor que desconhece boa parte deles, para, aí sim, intensificarem outras ações. Já os dirigentes partidários estão em curso com conversas em torno de possíveis alianças. Mas até mesmo estas dependem dos nomes que serão apresentados como candidatos. Num cenário de quase 40 partidos, boa parte, agora, ocupa-se da formação de chapas para as câmaras, mas sempre deixando espaço para eventuais adesões resultantes da janela para transferência de partidos em abril.
