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Margarida Salomão visita Cleitinho para discutir a situação do HPS e outras pautas

Cleitinho

Cleitinho (PPS)

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Depois de uma conversa por telefone, a prefeita Margarida Salomão (PT) e o governador eleito Cleitinho Azevedo (Republicanos) acertaram um encontro, nesta semana, em Belo Horizonte, ao qual a chefe do Executivo pretende levar pelo menos três demandas que considera prioritárias. A primeira é a conclusão das obras do novo Hospital de Pronto-Socorro (HPS), após o governo do Estado ter desistido de construir o Hospital Regional. A gestão Mateus Simões anunciou que concluiria o novo projeto, e a prefeita espera que Cleitinho finalize a obra, uma vez que o atual HPS não tem capacidade de ampliação e funciona em um prédio antigo, sem condições sequer de modernização.

Central de Operações para Regulação Estadual

A segunda demanda também passa pela Saúde. Trata-se da Central de Operações para Regulação Estadual (CORE-MG), responsável por organizar e operacionalizar a regulação do acesso à assistência de urgência e emergência no âmbito do SUS. No entendimento da prefeita, é preciso rever o modelo, pois hoje pacientes são transferidos para regiões distantes em busca de vaga, sendo expostos, inclusive, a riscos.

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Aeroporto isolado não adianta

A terceira questão é o Aeroporto Regional Presidente Itamar Franco. Em abril de 2024, Juiz de Fora, por iniciativa da Prefeitura e com apoio da Rede Tribuna de Comunicação, sediou o Encontro Regional da Zona da Mata, cujo tema central foi a revitalização do terminal, situado entre Goianá e Rio Novo. O principal entrave é o acesso, hoje feito de forma precária pela MG-353. Margarida pretende discutir um projeto, já elaborado, de ligação direta entre Juiz de Fora e Muriaé, sem depender da BR-267, passando pelo aeroporto.

Idealizado pelo então governador Itamar Franco e construído por seu sucessor, Aécio Neves, o Aeroporto Regional tem papel estratégico na Zona da Mata. Mas, enquanto o acesso for pela MG-353, que passa por dentro de cidades e tem vários trechos de redução de velocidade, sua transformação em terminal industrial fica comprometida, pois a atual via não tem sequer condições de receber tráfego pesado. O relatório produzido no Encontro Regional já foi apresentado ao governo do Estado, mas não houve avanço.

 

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