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Painel 02-09-16

Metas dos candidatos

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A candidata Maria Ângela, do PSOL, inaugurou ontem a série de entrevistas que a Rádio CBN e a Tribuna irão realizar com os sete candidatos a prefeito. Mediada pelo radialista Marcelo Juliani, teve como entrevistadores os jornalistas Márcio Santos e Renato Salles. Durante uma hora, a candidata discorreu sobre suas metas, mas não aprofundou em como irá implementar seus projetos, preferindo, antes, ouvir o povo. Maria Ângela negou que sua candidatura tem viés ideológico, mas admitiu a identificação do seu partido com os movimentos populares. A próxima entrevistada será a candidata Margarida Salomão (PT), na próxima terça-feira, entre 10h30 e 11h30. Na edição de hoje, a Tribuna reproduz os principais momentos da sabatina e irá fazer o mesmo com os demais candidatos.

 

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Cidadania

O Comitê de Cidadania, que acompanha sistematicamente as demandas da política, irá apresentar, hoje, no auditório da OAB, na Rua Marechal Deodoro, um relato completo de orientação ao eleitor, no qual destaca sua preocupação com a participação coletiva. “Em Juiz de Fora”, enfatiza, “o povo precisa envolver-se cada vez mais na luta pela honestidade na política. As eleições se aproximam, e enquete demonstra o nível de preocupação com o que estão fazendo os vereadores e prefeito.” O comitê irá enfatizar, ainda, a vasta legislação em vigor para o combate da corrupção.

 

Vai render

O processo de impeachment de Dilma Rousseff, embora definido pelo Senado, ainda vai render. O advogado da ex-presidente, José Eduardo Cardozo, ingressou com recurso no STF pedindo anulação da sentença. Enquanto isso, os tucanos também vão ao Supremo para questionar o fatiamento do processo: a presidente foi cassada, mas não perdeu os direitos políticos. Essa decisão, só discutida em plenário momentos antes da votação, surpreendeu e também vai render. O goiano Ronaldo Caiado disse que PT e PMDB terão que explicar o que chamou de acordão. Os advogados do deputado Eduardo Cunha querem pena semelhante para seu cliente.

 

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Contas rejeitadas

No meio da campanha eleitoral, o PDT teve suas contas reprovadas por unanimidade do Tribunal Regional Eleitoral. Só que elas são referentes às eleições de 2012. Mesmo assim, o TRE determinou a suspensão do recebimento de novas cotas do fundo partidário por seis meses e o recolhimento de R$ 34.677,19 ao Tesouro Nacional. As contas foram rejeitadas por irregularidades graves não sanadas, que, de acordo com o Tribunal, violaram a transparência das contas, tais como valores lançados no Demonstrativo de Contribuições Recebidas da prestação de contas em divergência com os registros contábeis. O relator do processo, Paulo Abrantes, encaminhou a votação pela rejeição, sendo seguido pelos demais juízes.

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