{"id":6203,"date":"2025-02-27T11:20:00","date_gmt":"2025-02-27T14:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=6203"},"modified":"2025-02-26T17:49:31","modified_gmt":"2025-02-26T20:49:31","slug":"tecnica-de-enfermagem-e-suspeita-de-quebrar-braco-de-crianca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/tecnica-de-enfermagem-e-suspeita-de-quebrar-braco-de-crianca\/","title":{"rendered":"T\u00e9cnica de enfermagem \u00e9 suspeita de quebrar bra\u00e7o de crian\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p>O caso de viol\u00eancia contra uma crian\u00e7a de 10 anos com defici\u00eancia, cometido por uma t\u00e9cnica de enfermagem, gerou grande repercuss\u00e3o no Distrito Federal. <\/p>\n\n\n\n<p>A Pol\u00edcia Civil instaurou um inqu\u00e9rito para investigar um profissional, que trabalhava como cuidador da v\u00edtima, e que teria agredido a menina diversas vezes, culminando na fratura de seu bra\u00e7o. As agress\u00f5es foram registradas por c\u00e2meras de seguran\u00e7a instaladas pela fam\u00edlia, que j\u00e1 suspeitava dos hematomas recorrentes no corpo da crian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que aconteceu?<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma v\u00edtima, uma menina autista com s\u00edndrome de Moebius, necessita de cuidados constantes, pois n\u00e3o consegue andar nem falar. Desde o nascimento, ela recebe assist\u00eancia de cuidadoras, mas recentemente sua m\u00e3e come\u00e7ou a notar sinais de agress\u00e3o. Ao instalar c\u00e2meras de seguran\u00e7a no quarto da filha, a fam\u00edlia flagrou cenas de viol\u00eancia cometidas pela t\u00e9cnica de enfermagem respons\u00e1vel pelos cuidados da menina.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos v\u00eddeos, a cuidadora aparece puxando a perna da crian\u00e7a de forma agressiva, desferindo golpes contra ela e at\u00e9 mesmo cobrindo seu rosto com um pano. Em outra grava\u00e7\u00e3o, a t\u00e9cnica parece puxar a orelha da menina e colocar algo dentro de sua boca, possivelmente gases hospitalares. As agress\u00f5es aconteceram nos dias 20 e 21 deste m\u00eas, sendo denunciadas \u00e0 pol\u00edcia no dia 22, quando uma fratura no bra\u00e7o da crian\u00e7a foi descoberta por um m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Investiga\u00e7\u00e3o e consequ\u00eancias<\/h2>\n\n\n\n<p>O caso est\u00e1 sendo apurado pela 12\u00aa Delegacia de Pol\u00edcia de Taguatinga, onde foi registrado como les\u00e3o corporal. Uma t\u00e9cnica de enfermagem, que trabalhava por meio de uma empresa terceirizada de atendimento domiciliar, prestava assist\u00eancia \u00e0 menina h\u00e1 seis meses. Outros quatro profissionais tamb\u00e9m cuidaram da v\u00edtima, mas, segundo as investiga\u00e7\u00f5es, n\u00e3o h\u00e1 acusa\u00e7\u00f5es de que tenham cometido qualquer tipo de agress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a den\u00fancia, a suspeita pediu miss\u00e3o do trabalho e n\u00e3o foi mais localizada. A m\u00e3e da v\u00edtima relatou que a t\u00e9cnica bloqueou seu contato no WhatsApp e desapareceu. At\u00e9 o momento, ela n\u00e3o foi detida, e sua identidade n\u00e3o foi divulgada.<\/p>\n\n\n\n<p>O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) informou que abriu uma investiga\u00e7\u00e3o sigilosa sobre o caso. A entidade refor\u00e7ou seu compromisso com a \u00e9tica e afirmou que, caso seja comprovada a infra\u00e7\u00e3o, tomar\u00e1 as medidas cab\u00edveis. A t\u00e9cnica tem registro ativo desde junho de 2024.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Agravantes do caso<\/h2>\n\n\n\n<p>Este caso se torna ainda mais grave devido \u00e0 condi\u00e7\u00e3o da v\u00edtima, que, por sua defici\u00eancia, n\u00e3o pode se defender ou denunciar as agress\u00f5es. Al\u00e9m disso, a viol\u00eancia teria ocorrido dentro de sua pr\u00f3pria casa, um ambiente onde ela deveria estar protegida e segura. <\/p>\n\n\n\n<p>A confian\u00e7a depositada no profissional de sa\u00fade foi completamente prejudicada, evidenciando a vulnerabilidade de crian\u00e7as com defici\u00eancia sob os cuidados de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>O epis\u00f3dio levanta questionamentos sobre a fiscaliza\u00e7\u00e3o de profissionais que atuam em domic\u00edlio, especialmente aqueles que lidam com pacientes vulner\u00e1veis. As empresas de atendimento domiciliar devem realizar processos rigorosos de sele\u00e7\u00e3o e acompanhamento de seus funcion\u00e1rios para evitar casos de viol\u00eancia. Al\u00e9m disso, \u00e9 fundamental que os familiares estejam atentos a qualquer sinal de maus-tratos e denunciem sempre que houver suspeita.<\/p>\n\n\n\n<p>A prote\u00e7\u00e3o para crimes desse tipo deve ser severa para que casos semelhantes n\u00e3o se repitam. A Justi\u00e7a agora tem a responsabilidade de apurar os fatos e garantir que a v\u00edtima e sua fam\u00edlia recebam o amparo necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 essencial que a t\u00e9cnica de enfermagem suspeita seja localizada e responsabilizada por seus atos, garantindo justi\u00e7a \u00e0 v\u00edtima e sua fam\u00edlia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O caso de viol\u00eancia contra uma crian\u00e7a de 10 anos com defici\u00eancia, cometido por uma t\u00e9cnica de enfermagem, gerou grande repercuss\u00e3o no Distrito Federal. A Pol\u00edcia Civil instaurou um inqu\u00e9rito para investigar um profissional, que trabalhava como cuidador da v\u00edtima, e que teria agredido a menina diversas vezes, culminando na fratura de seu bra\u00e7o. 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