{"id":4401,"date":"2025-02-11T18:45:00","date_gmt":"2025-02-11T21:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=4401"},"modified":"2025-02-11T11:12:47","modified_gmt":"2025-02-11T14:12:47","slug":"queijo-mucarela-fake-e-vendido-nos-mercados-veja-como-identificar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/queijo-mucarela-fake-e-vendido-nos-mercados-veja-como-identificar\/","title":{"rendered":"Queijo mu\u00e7arela fake \u00e9 vendido nos mercados; veja como identificar"},"content":{"rendered":"\n<p>Alimentos industrializados similares est\u00e3o presentes em diversas categorias, especialmente entre os derivados do leite. Al\u00e9m de requeij\u00e3o, leite condensado e leite em p\u00f3, o queijo tamb\u00e9m pode gerar confus\u00e3o para consumidores que n\u00e3o verificam os r\u00f3tulos com aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante uma visita a um atacarejo em Fortaleza, foi encontrado um <a href=\"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/voce-guardou-o-queijo-mussarela-errado-sua-vida-inteira\/\">queijo mu\u00e7arela<\/a> processado que, \u00e0 primeira vista, se assemelha \u00e0 vers\u00e3o tradicional. Por\u00e9m, ao analisar sua composi\u00e7\u00e3o, observou-se a presen\u00e7a de f\u00e9cula de batata e aditivos, como os emulsificantes hidrogenofosfato de di-s\u00f3dio e polifosfato de s\u00f3dio.<\/p>\n\n\n\n<p>Curiosamente, ao contr\u00e1rio de outros produtos similares no mercado, essa mu\u00e7arela processada apresentava um valor mais elevado do que a vers\u00e3o tradicional. Comercializada em pe\u00e7as de 3,7 kg, seu pre\u00e7o era de R$ 49,90 por quilo, enquanto a mu\u00e7arela comum de outra marca custava R$ 45,90\/kg.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Queijo fake<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisadora Leila Maria Spadoti, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital\/Apta\/SAA), explicou em entrevista ao <em>Di\u00e1rio do Nordeste<\/em> que esse produto est\u00e1 em conformidade com a regulamenta\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/agricultura\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa)<\/a> sobre queijos processados ou fundidos. De acordo com as normas, esse tipo de produto \u00e9 produzido por fus\u00e3o e emulsifica\u00e7\u00e3o de uma ou mais variedades de queijo, podendo incluir outros ingredientes de origem l\u00e1ctea ou n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, a norma determina que, para ser considerado um queijo processado, pelo menos 75% de sua composi\u00e7\u00e3o deve ser de queijo. A professora de Engenharia de Alimentos da UFC, Juliane Doering Gasparin Carvalho, tamb\u00e9m ao <em>Di\u00e1rio do Nordeste<\/em>, ressalta que a inclus\u00e3o de outros ingredientes pode modificar caracter\u00edsticas do produto, como seu derretimento e valor nutricional.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a especialista, a mu\u00e7arela processada pode conter um teor mais elevado de carboidratos, o que a torna menos adequada para diab\u00e9ticos, al\u00e9m de apresentar uma poss\u00edvel redu\u00e7\u00e3o na quantidade de prote\u00ednas em compara\u00e7\u00e3o ao queijo tradicional. Por isso, \u00e9 recomend\u00e1vel que os consumidores analisem atentamente a lista de ingredientes e a tabela nutricional para tomar decis\u00f5es mais conscientes na hora da compra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em uma crescente onda de alimentos &#8216;fakes&#8217;, foi identificado um queijo mu\u00e7arela processado; saiba como diferenciar o original<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4402,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[84,83],"tags":[],"class_list":["post-4401","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mais-tendencias","category-colunas"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4401","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4401"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4401\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4403,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4401\/revisions\/4403"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4402"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4401"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4401"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4401"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}