{"id":4166,"date":"2025-02-07T17:45:00","date_gmt":"2025-02-07T20:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=4166"},"modified":"2025-02-07T11:41:03","modified_gmt":"2025-02-07T14:41:03","slug":"descubra-como-saber-quando-um-medo-vira-transtorno-de-ansiedade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/descubra-como-saber-quando-um-medo-vira-transtorno-de-ansiedade\/","title":{"rendered":"Descubra como saber quando um medo vira transtorno de ansiedade"},"content":{"rendered":"\n<p>O medo \u00e9 uma etapa natural do crescimento infantil e pode se manifestar de diferentes formas, desde apreens\u00f5es fantasiosas, como monstros e fantasmas, at\u00e9 preocupa\u00e7\u00f5es mais realistas, como assaltos ou desastres naturais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em geral, essas inquieta\u00e7\u00f5es tendem a diminuir com o tempo, mas em algumas crian\u00e7as podem se prolongar e se transformar em fobias ou transtornos de <a href=\"https:\/\/vidasaudavel.einstein.br\/ansiedade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ansiedade<\/a>, interferindo no dia a dia. Especialistas explicam que o medo funciona como um mecanismo de prote\u00e7\u00e3o, auxiliando na preven\u00e7\u00e3o de perigos, por\u00e9m, quando se torna excessivo e incapacitante, pode demandar acompanhamento profissional.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Do medo para a ansiedade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O desenvolvimento de fobias e transtornos de ansiedade pode ser influenciado por diversos fatores, como heran\u00e7a gen\u00e9tica, viv\u00eancias negativas, aprendizado por observa\u00e7\u00e3o do medo em terceiros ou contato com informa\u00e7\u00f5es que provoquem temor.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos mostram que aproximadamente um ter\u00e7o das crian\u00e7as e adolescentes pode apresentar transtornos de ansiedade, n\u00famero que cresceu consideravelmente ap\u00f3s a pandemia de Covid-19. Os medos tamb\u00e9m se modificam com a idade:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Beb\u00eas e crian\u00e7as pequenas<\/strong>: medo de ru\u00eddos intensos e da separa\u00e7\u00e3o dos pais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Crian\u00e7as em fase pr\u00e9-escolar<\/strong>: temor de seres imagin\u00e1rios, como monstros e fantasmas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Adolescentes<\/strong>: ansiedade social, especialmente em situa\u00e7\u00f5es de avalia\u00e7\u00e3o ou julgamento por terceiros.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como combater?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Para distinguir um medo t\u00edpico de um transtorno de ansiedade, \u00e9 essencial observar sua regularidade, intensidade e tempo de dura\u00e7\u00e3o. Segundo o Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais (DSM-5), um medo que perdura por mais de seis meses pode ser considerado uma fobia.<\/p>\n\n\n\n<p>Caso a crian\u00e7a passe a evitar constantemente certas situa\u00e7\u00f5es ou sofra impactos na vida escolar e familiar, pode ser um indicativo de que \u00e9 hora de procurar orienta\u00e7\u00e3o profissional. A maneira como os pais lidam com os medos dos filhos tem grande influ\u00eancia na forma como eles os enfrentam.<\/p>\n\n\n\n<p>Evitar situa\u00e7\u00f5es que causam temor pode fortalecer a ansiedade, enquanto encorajar uma exposi\u00e7\u00e3o gradual contribui para a supera\u00e7\u00e3o. A terapia cognitivo-comportamental, especialmente a terapia de exposi\u00e7\u00e3o, tem demonstrado bons resultados ao introduzir a crian\u00e7a, de forma progressiva, ao objeto ou situa\u00e7\u00e3o temida, auxiliando no desenvolvimento da confian\u00e7a e na redu\u00e7\u00e3o da resposta ansiosa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 comum crian\u00e7as terem medos, mas caso eles persistam por muito tempo, \u00e9 prov\u00e1vel que vire ansiedade; saiba como identificar a mudan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4167,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[84,83],"tags":[],"class_list":["post-4166","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mais-tendencias","category-colunas"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4166","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4166"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4166\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4168,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4166\/revisions\/4168"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4167"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4166"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4166"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4166"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}