{"id":37711,"date":"2025-12-10T17:01:44","date_gmt":"2025-12-10T20:01:44","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=37711"},"modified":"2025-12-10T17:01:48","modified_gmt":"2025-12-10T20:01:48","slug":"um-dos-azeites-mais-vendidos-tem-venda-interrompida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/um-dos-azeites-mais-vendidos-tem-venda-interrompida\/","title":{"rendered":"Um dos azeites mais vendidos tem venda interrompida"},"content":{"rendered":"\n<p>A popularidade de um produto n\u00e3o necessariamente define sua qualidade. Sendo assim, mesmo que um determinado item fa\u00e7a sucesso entre o p\u00fablico, \u00e9 importante se atentar se ele est\u00e1 cumprindo os requisitos estabelecidos pelos \u00f3rg\u00e3os de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Um \u00f3timo exemplo deste tipo de situa\u00e7\u00e3o ocorreu recentemente na Argentina, depois que a Administraci\u00f3n Nacional de Medicamentos, Alimentos y Tecnolog\u00eda M\u00e9dica (ANMAT) <strong>retirou de circula\u00e7\u00e3o uma das marcas de azeite de oliva mais consumidas do pa\u00eds<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a decis\u00e3o, formalizada pela Disposi\u00e7\u00e3o 8202\/2025 e publicada no Boletim Oficial, o produto, da marca <strong>Ecoliva<\/strong>, foi acusado de cometer uma grave viola\u00e7\u00e3o do c\u00f3digo alimentar por conta de problemas com seu r\u00f3tulo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante destacar que caso n\u00e3o envolve apenas a aus\u00eancia de registro, como j\u00e1 ocorreu em outras ocasi\u00f5es. Desta vez, tratou-se de <strong>uma fraude de identifica\u00e7\u00e3o<\/strong>, com documentos atribu\u00eddos a outro insumo aliment\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Em suma, os produtos apresentavam um Registro Nacional de Estabelecimento (RNE) e um Registro Nacional de Produto Aliment\u00edcio (RNPA) aut\u00eanticos, mas <strong>vinculados a outra empresa<\/strong>, que negou qualquer rela\u00e7\u00e3o com o item. Por esse motivo, a ANMAT considerou que o azeite poderia oferecer riscos \u00e0 sa\u00fade dos consumidores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Decis\u00e3o final da ANMAT: azeite pode voltar a ser comercializado?<\/h2>\n\n\n\n<p>Conforme mencionado anteriormente, a ANMAT decidiu proibir a comercializa\u00e7\u00e3o do azeite <strong>\u201cem qualquer apresenta\u00e7\u00e3o, lote e data de vencimento\u201d<\/strong> ap\u00f3s consider\u00e1-lo um alimento ilegal. E para evitar riscos de venda ilegal, o produto tamb\u00e9m ser\u00e1 recolhido das prateleiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o \u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m optou por proibir a elabora\u00e7\u00e3o, o fracionamento e a comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos ilegais em todo o territ\u00f3rio nacional e em plataformas de venda online, refor\u00e7ando ainda mais as medidas adotadas.<\/p>\n\n\n\n<p>E vale ressaltar que a empresa respons\u00e1vel pelo azeite pode n\u00e3o conseguir reverter a situa\u00e7\u00e3o, uma vez que a corre\u00e7\u00e3o de casos de fraude de identifica\u00e7\u00e3o <strong>pode n\u00e3o ser poss\u00edvel ou economicamente vi\u00e1vel<\/strong>. Portanto, h\u00e1 chances de o produto n\u00e3o retornar mais \u00e0s prateleiras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A popularidade de um produto n\u00e3o necessariamente define sua qualidade. Sendo assim, mesmo que um determinado item fa\u00e7a sucesso entre o p\u00fablico, \u00e9 importante se atentar se ele est\u00e1 cumprindo os requisitos estabelecidos pelos \u00f3rg\u00e3os de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria. Um \u00f3timo exemplo deste tipo de situa\u00e7\u00e3o ocorreu recentemente na Argentina, depois que a Administraci\u00f3n Nacional de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":14,"featured_media":37712,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-37711","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37711","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/14"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37711"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37711\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37728,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37711\/revisions\/37728"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37712"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37711"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37711"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37711"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}