{"id":37104,"date":"2025-12-05T16:26:25","date_gmt":"2025-12-05T19:26:25","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=37104"},"modified":"2025-12-05T16:26:30","modified_gmt":"2025-12-05T19:26:30","slug":"como-um-habito-fofo-ajudou-mae-a-perceber-autismo-em-sua-filha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/como-um-habito-fofo-ajudou-mae-a-perceber-autismo-em-sua-filha\/","title":{"rendered":"Como um h\u00e1bito fofo ajudou m\u00e3e a perceber autismo em sua filha"},"content":{"rendered":"\n<p>Apesar de ter se tornado uma condi\u00e7\u00e3o amplamente conhecida, principalmente por conta dos avan\u00e7os da medicina e do aumento da conscientiza\u00e7\u00e3o p\u00fablica, <strong>o autismo (TEA)<\/strong> ainda pode ser dif\u00edcil de detectar.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, existem casos como o<strong> de Nathalia Costa Rodrigues<\/strong>, uma moradora da cidade de S\u00e3o Carlos, no interior de S\u00e3o Paulo, que conseguiu <strong>antecipar o diagn\u00f3stico de sua filha Iara<\/strong>, atualmente com 4 anos, por conta de um h\u00e1bito fofo.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme relatado pela revista <em>Crescer<\/em>, com apenas 6 meses de idade, a pequena <strong>come\u00e7ou a fazer &#8220;biquinho&#8221;<\/strong>. Por\u00e9m, quando o gesto come\u00e7ou a se tornar frequente, a fam\u00edlia come\u00e7ou a perceber algo diferente em seu desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>A av\u00f3 de Iara, que \u00e9 enfermeira e tem conhecimento sobre os sinais de TEA, foi uma das primeiras a confirmar a probabilidade. Por\u00e9m, o diagn\u00f3stico oficial s\u00f3 surgiu quando a menina completou 2 anos e 5 meses.<\/p>\n\n\n\n<p>A crian\u00e7a foi submetida \u00e0 escala M-CHAT duas vezes e, na segunda aplica\u00e7\u00e3o, o resultado foi conclusivo. Desde ent\u00e3o, a fam\u00edlia se dedica a garantir uma boa qualidade de vida para Iara e espera que as terapias continuem promovendo avan\u00e7os, para que a condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja encarada como uma barreira enquanto ela cresce.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estereotipias: h\u00e1bitos repetitivos que podem indicar autismo<\/h2>\n\n\n\n<p>O \u201cbiquinho\u201d repetido por Iara se enquadra no conceito de <strong>estereotipia<\/strong>, que consiste em h\u00e1bitos ou comportamentos recorrentes, que podem surgir sem um motivo claro e aparecer de formas motoras, verbais ou sensoriais.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras atitudes comuns incluem balan\u00e7ar o corpo, bater as m\u00e3os, pular repetidamente, manipular objetos de maneiras espec\u00edficas, repetir sons e palavras fora de contexto ou ainda buscar intera\u00e7\u00f5es que proporcionam determinadas sensa\u00e7\u00f5es na pele, como tocar em \u00e1gua frequentemente.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas \u00e9 importante destacar que, embora a estereotipia integre os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos do autismo, ela <strong>n\u00e3o necessariamente \u00e9 uma confirma\u00e7\u00e3o definitiva da condi\u00e7\u00e3o<\/strong>, tendo em vista que ela n\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica exclusiva do TEA.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, especialistas ressaltam que estereotipias s\u00f3 precisam ser eliminadas caso sejam nocivas. Do contr\u00e1rio, elas apenas s\u00e3o controladas para garantir que n\u00e3o atrapalhem a funcionalidade social das pessoas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de ter se tornado uma condi\u00e7\u00e3o amplamente conhecida, principalmente por conta dos avan\u00e7os da medicina e do aumento da conscientiza\u00e7\u00e3o p\u00fablica, o autismo (TEA) ainda pode ser dif\u00edcil de detectar. 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