{"id":36708,"date":"2025-12-03T17:05:21","date_gmt":"2025-12-03T20:05:21","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=36708"},"modified":"2025-12-03T17:05:25","modified_gmt":"2025-12-03T20:05:25","slug":"brasil-tem-os-melhores-numeros-de-diminuicao-de-pobreza-desde-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/brasil-tem-os-melhores-numeros-de-diminuicao-de-pobreza-desde-2012\/","title":{"rendered":"Brasil tem os melhores n\u00fameros de diminui\u00e7\u00e3o de pobreza desde 2012"},"content":{"rendered":"\n<p>Nesta quarta-feira (3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulgou o levantamento<strong> S\u00edntese de Indicadores Sociais<\/strong>, que por sua vez, apresentou informa\u00e7\u00f5es extremamente positivas sobre a situa\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, de acordo com o que foi apurado, mais de<strong> 8,6 milh\u00f5es de brasileiros conseguiram deixar a linha da pobreza<\/strong> s\u00f3 em 2024, o que fez com que a propor\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o nesta situa\u00e7\u00e3o ca\u00edsse de 27,3%, como registrado em 2023, para 23,1%.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado ganha ainda mais relev\u00e2ncia ao se considerar que o percentual corresponde ao <strong>menor n\u00edvel registrado desde 2012<\/strong>, ano que marca o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE. Na \u00e9poca, a propor\u00e7\u00e3o chegava a 34,7%.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que, em 2021, durante a pandemia de Covid-19, os \u00edndices atingiram n\u00edveis preocupantes, chegando a 77 milh\u00f5es de cidad\u00e3os em situa\u00e7\u00e3o de pobreza. Contudo, no ano seguinte, as propor\u00e7\u00f5es come\u00e7aram a diminuir e, desde ent\u00e3o, v\u00eam recuando de forma cont\u00ednua.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fatores que contribu\u00edram para a diminui\u00e7\u00e3o da pobreza no Brasil<\/h2>\n\n\n\n<p>Em entrevista ao portal <em>Ag\u00eancia Brasil<\/em>, o pesquisador do IBGE Andr\u00e9 Geraldo de Moraes Sim\u00f5es, que tamb\u00e9m foi o respons\u00e1vel pelo estudo, esclareceu que os \u00edndices recentes s\u00f3 foram alcan\u00e7ados por conta de uma uni\u00e3o de fatores assistenciais e trabalhistas.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com ele, a pobreza permaneceu relativamente controlada durante a pandemia gra\u00e7as aos <strong>programas assistenciais pagos pelo governo federal<\/strong>, como o Aux\u00edlio Emergencial. Os \u00edndices s\u00f3 voltaram a subir em 2021 devido \u00e0s restri\u00e7\u00f5es ainda vigentes e \u00e0 fragiliza\u00e7\u00e3o do mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de 2022, com o reajuste nos benef\u00edcios sociais, a expans\u00e3o do n\u00famero de contemplados e a retomada do ritmo do mercado de trabalho, foi poss\u00edvel registrar um avan\u00e7o socioecon\u00f4mico muito mais consistente, marcado pela gera\u00e7\u00e3o de empregos, recupera\u00e7\u00e3o da renda familiar e maior estabilidade econ\u00f4mica, que finalmente passou a contribuir para a redu\u00e7\u00e3o gradual da pobreza no pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta quarta-feira (3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulgou o levantamento S\u00edntese de Indicadores Sociais, que por sua vez, apresentou informa\u00e7\u00f5es extremamente positivas sobre a situa\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica do pa\u00eds. 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