{"id":3349,"date":"2025-02-08T16:08:12","date_gmt":"2025-02-08T19:08:12","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=3349"},"modified":"2025-02-07T20:37:10","modified_gmt":"2025-02-07T23:37:10","slug":"criancas-e-jovens-nao-estao-mais-gostando-do-clt-entenda-o-que-aconteceu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/criancas-e-jovens-nao-estao-mais-gostando-do-clt-entenda-o-que-aconteceu\/","title":{"rendered":"Crian\u00e7as e jovens n\u00e3o est\u00e3o mais gostando do CLT? Entenda o que aconteceu"},"content":{"rendered":"\n<p>Nos \u00faltimos tempos, surgiram discuss\u00f5es interessantes nas redes sociais sobre a rela\u00e7\u00e3o dos jovens com o trabalho formal, especialmente com o modelo <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/del5452.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CLT<\/a>. Isso porque quem trabalha com crian\u00e7as e adolescentes tem percebido uma mudan\u00e7a significativa no comportamento deles em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Se, antes, o adolescente de hoje sonhava com o emprego tradicional, com carteira assinada e sal\u00e1rio m\u00ednimo, hoje muitos est\u00e3o rejeitando essa ideia.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso acontece, em grande parte, devido aos memes que circulam nas redes sociais, que t\u00eam popularizado a ideia de que ser CLT significa trabalhar demais e ganhar pouco. Esse conceito, espalhado principalmente nas plataformas digitais, cria uma imagem negativa do modelo de emprego formal.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos adolescentes, especialmente da Gera\u00e7\u00e3o Z, t\u00eam se distanciado dessa realidade, achando que as alternativas mais flex\u00edveis e inovadoras de trabalho s\u00e3o mais atraentes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante mencionar que a Gera\u00e7\u00e3o Z, composta por pessoas nascidas entre 1995 e 2010, est\u00e1 se aproximando do mercado de trabalho e trazendo uma nova perspectiva sobre carreira e emprego. <\/p>\n\n\n\n<p>Diferente das gera\u00e7\u00f5es anteriores, que viam o trabalho CLT como um objetivo a ser alcan\u00e7ado, essa nova gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 mais disposta a explorar alternativas como trabalhos aut\u00f4nomos, empreendendo ou atuando em fun\u00e7\u00f5es digitais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gera\u00e7\u00e3o Z e o modelo CLT<\/h2>\n\n\n\n<p>Outro detalhe importante \u00e9 que a Gera\u00e7\u00e3o Z, sendo a primeira a crescer com a internet e a revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, tem uma abordagem totalmente diferente quando se trata de trabalho. Eles s\u00e3o conhecidos por sua habilidade com tecnologia, inova\u00e7\u00e3o e por buscarem solu\u00e7\u00f5es mais r\u00e1pidas e eficientes.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a valoriza\u00e7\u00e3o do tempo livre e a busca por um equil\u00edbrio entre vida pessoal e profissional s\u00e3o fatores que influenciam essa rejei\u00e7\u00e3o ao modelo CLT.<\/p>\n\n\n\n<p>Para eles, o conceito de trabalho tradicional parece engessado. O estudo de comportamentos de jovens, conduzido por consultorias como McKinsey e Box1824, revela que esses jovens t\u00eam um desejo de flexibilidade e autonomia, preferindo empregos que ofere\u00e7am mais liberdade e que estejam mais alinhados com suas habilidades digitais.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, ao contr\u00e1rio das gera\u00e7\u00f5es anteriores, os jovens de hoje est\u00e3o muito mais conectados e t\u00eam acesso a uma variedade de op\u00e7\u00f5es de trabalho que v\u00e3o al\u00e9m da CLT.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos tempos, surgiram discuss\u00f5es interessantes nas redes sociais sobre a rela\u00e7\u00e3o dos jovens com o trabalho formal, especialmente com o modelo CLT. Isso porque quem trabalha com crian\u00e7as e adolescentes tem percebido uma mudan\u00e7a significativa no comportamento deles em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho. Se, antes, o adolescente de hoje sonhava com o emprego tradicional, com [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1844,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[83,84],"tags":[],"class_list":["post-3349","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-colunas","category-mais-tendencias"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3349","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3349"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3349\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3350,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3349\/revisions\/3350"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1844"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3349"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3349"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3349"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}