{"id":3218,"date":"2025-01-28T16:45:00","date_gmt":"2025-01-28T19:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/?p=3218"},"modified":"2025-01-28T11:40:00","modified_gmt":"2025-01-28T14:40:00","slug":"quem-tem-esse-tipo-de-sangue-pode-correr-grande-perigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/quem-tem-esse-tipo-de-sangue-pode-correr-grande-perigo\/","title":{"rendered":"Quem tem esse tipo de sangue pode correr grande perigo"},"content":{"rendered":"\n<p>Estudos recentes apontam que indiv\u00edduos com sangue tipo O apresentam um risco maior de morte devido a les\u00f5es graves. Pesquisa conduzida por cientistas do Hospital Universit\u00e1rio de Medicina e Odontologia de T\u00f3quio, e <a href=\"https:\/\/ccforum.biomedcentral.com\/articles\/10.1186\/s13054-018-2022-0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">publicada em 2018 na revista <em>Critical Care<\/em><\/a>, revelou que a taxa de mortalidade entre pacientes com sangue tipo O chega a 28% em casos de les\u00f5es severas, enquanto para os demais tipos sangu\u00edneos, esse \u00edndice \u00e9 de apenas 11%.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo aponta que a maior fragilidade das pessoas com sangue tipo O pode estar vinculada \u00e0 coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea. Isso ocorre porque elas apresentam n\u00edveis reduzidos de prote\u00ednas cruciais para a forma\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos, como o fator von Willebrand e o fator VIII. Essa defici\u00eancia compromete a capacidade do corpo de conter hemorragias, elevando o risco de sangramentos fatais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sangue tipo O<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, pesquisas indicam que a resposta inflamat\u00f3ria em pessoas com sangue tipo O pode ser distinta, o que prejudica a recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s les\u00f5es e eleva o risco de complica\u00e7\u00f5es graves, como infec\u00e7\u00f5es e insufici\u00eancia de \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o sangue tipo O negativo seja reconhecido como o doador universal, pacientes com esse tipo enfrentam desafios em emerg\u00eancias, j\u00e1 que s\u00f3 podem receber transfus\u00f5es de sangue do mesmo tipo. Pesquisas tamb\u00e9m mostram que, apesar de ser comum, o sangue tipo O apresenta tanto benef\u00edcios quanto riscos \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, indiv\u00edduos com esse tipo sangu\u00edneo t\u00eam menor risco de doen\u00e7as cardiovasculares, mas s\u00e3o mais propensos a \u00falceras e c\u00e2nceres gastrointestinais. Al\u00e9m disso, eles apresentam maior compatibilidade em transplantes de \u00f3rg\u00e3os, o que pode ser uma vantagem em caso de necessidade de doa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sistemas e ant\u00edgenos<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em uma nova descoberta, pesquisadores da Universidade de Bristol e do NHS Blood and Transplant, no Reino Unido, identificaram um raro sistema sangu\u00edneo chamado &#8216;MAL&#8217;, que cont\u00e9m o ant\u00edgeno AnWj. Esse ant\u00edgeno pode estar ausente em algumas pessoas, especialmente em casos de doen\u00e7as como certos tipos de c\u00e2ncer. Embora a maioria seja AnWj-positiva, o fen\u00f3tipo AnWj-negativo \u00e9 muito raro.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa descoberta pode melhorar a seguran\u00e7a das transfus\u00f5es de sangue, ao possibilitar a identifica\u00e7\u00e3o de pacientes que n\u00e3o possuem o ant\u00edgeno AnWj, al\u00e9m de facilitar a busca por doadores compat\u00edveis. Com essa adi\u00e7\u00e3o, o total de sistemas sangu\u00edneos reconhecidos sobe para 47, totalizando mais de 360 ant\u00edgenos identificados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo identificou o sangue mais perigoso de se ter caso sofra uma les\u00e3o grave; saiba os detalhes e outras caracter\u00edsticas<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3219,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"jnews_post_split":[],"footnotes":""},"categories":[84,83],"tags":[],"class_list":["post-3218","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mais-tendencias","category-colunas"],"_referencia":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3218","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3218"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3218\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3220,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3218\/revisions\/3220"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3219"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3218"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3218"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tribunademinas.com.br\/colunas\/maistendencias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3218"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}